Edição de 2006.04.26
Entrevista

“Santarém já não é o parvo de serviço”
O presidente da Câmara de Santarém diz que tentaram fazer dele “bode expiatório” no processo de constituição da empresa Águas do Ribatejo, que se encontra suspenso. E denuncia negociações entre a Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo (CULT) e um dos consórcios concorrentes quando ainda decorria o concurso para selecção do parceiro privado. Uma situação alegadamente desconhecida dos autarcas, que Moita Flores reputa de grave e o leva a sugerir a demissão do administrador-executivo da CULT.
Entrevista | 26-04-2006
