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Direcção-Geral dos Recursos Florestais salda dívida

Gabinete florestal intermunicipal ganha novo fôlego
Edição de 16.08.2006 | Sociedade
A Direcção-Geral dos Recursos Florestais já pagou o montante em dívida para o funcionamento do gabinete técnico florestal intermunicipal que compreende os municípios de Coruche, Salvaterra de Magos e Benavente.O gabinete deveria receber três mil euros mensais para seu funcionamento mas essa verba já não era paga desde Janeiro. O gabinete técnico florestal, criado em Setembro de 2005, conta com um técnico florestal contratado, recebe a colaboração de funcionários da autarquia coruchense e é coordenado pelo comandante dos Bombeiros Municipais de Coruche, Rafael Rodrigues.O atraso nos pagamentos atrasou a elaboração dos planos operacionais dos três municípios mas não paralisou por completo o gabinete. Segundo Rafael Rodrigues os planos operacionais municipais de Coruche e Salvaterra de Magos já estão elaborados e foram entregues antes do final dentro do prazo limite que era 22 Julho. O de Benavente deverá estar concluído em breve. Os planos identificam os meios de intervenção operacionais disponíveis em cada um dos três concelhos, estabelecem os procedimentos em situações de crise e a relação com as diferentes entidades concelhias na área da segurança, saúde, bombeiros, entre outras. Coruche com 2,5 hectaresde área ardidaNo mês de Julho arderam cerca de 2,5 hectares de área florestal em Coruche. Para o comandante dos Bombeiros Municipais a situação deve-se a uma maior vigilância no terreno, à pronta resposta da corporação às chamadas de socorro e ao trabalho dos tractoristas que limpam às áreas em torno das zonas florestais.Segundo Rafael Rodrigues “na generalidade dos casos os meios têm chegado aos locais de pedidos de socorro em cerca de 20 minutos e com quatro viaturas, o que permite efectuar uma intervenção mais eficaz. “No mês de Julho tivemos 35 incêndios e alguns nem foram sequer contabilizados”.Outra das razões para a escassez de área ardida deve-se, para o comandante, à maior qualidade do trabalho nos rescaldos dos incêndios. “É preferível perder o dobro do tempo e fazer um bom rescaldo do que ter de voltar para corrigir um reacendimento no mesmo local”, defende.Ricardo Carreira

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