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Rodrigo

19 anos, Ouriense

Rodrigo é ainda um jogador muito jovem mas a sua qualidade deu nas vistas e o treinador Francisco Mendes não hesitou em integrá-lo no plantel da equipa principal. Fez até agora a sua carreira no clube de Ourém e é um médio centro que se impõe pelo seu espírito de luta e pela qualidade do seu futebol. Aceita que ainda tem muito para aprender e ouve os conselhos dos seus companheiros mais experientes.

Edição de 20.12.2006 | Cromos da Bola
No distrital joga-se por dinheiro ou por amor à camisola?Penso sobretudo que se joga por gostar de jogar futebol. Quem pensar que vem para o distrital ganhar dinheiro desengane-se porque o que se recebe na maior parte dos casos nem dá para as deslocações.Qual é a massa associativa que até hoje o marcou mais?Sou ainda muito jovem, não reparo muito nisso, mas não posso deixar de destacar a massa associativa do Ouriense, porque nos acompanha para todo o lado.Qual é a sua relação com os árbitros?Não tenho qualquer relacionamento com eles. Dentro do campo aceito as suas decisões, mesmo que me sinta injustiçado falo para o ar, e depois do jogo cumprimento-os por educação.No balneário como é o seu relacionamento com os mais velhos?É bom. Temos um grupo excepcional e eu como um dos mais jovens sou tratado com carinho e bem aconselhado. Tenho um amigo em cada um dos meus colegas e tento retribuir-lhes o mais possível essa amizade.Já lhe puseram alguma alcunha?Chamam-me o Cabras, é uma alcunha de brincadeira.Se o convidassem para jogar numa equipa em que todos os restantes elementos fossem do sexo feminino, aceitava?Era caso para pensar. Mas de certo que no balneário seria uma situação embaraçosa e ao mesmo tempo engraçada.

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