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Pagamento por transferência bancária nem pensar

Edição de 27.06.2007 | O Mirante dos Leitores
Reconheço que o pagamento por transferência bancária associado à emissão de factura electrónica é vantajoso em termos funcionais e ambientais mas eu não adiro porque não confio nas empresas que me prestam serviço.Há alguns anos pagava o telefone fixo à Portugal Telecom por transferência bancária. Era uma treta. Quando me enviavam a conta davam indicação que o dinheiro seria descontado a partir de determinado dia. Na prática não era a partir mas sim no próprio dia logo às oito da manhã. Um mês, faltavam-me cinco escudos na conta (era no tempo dos escudos). O Banco, onde eu tinha conta há anos sem nunca ter falhado em nada, não suportou a diferença – compreende-se, cinco escudos (dois cêntimos e meio) era uma fortuna, como calculam. O pagamento não foi efectuado. Assim que tomei conhecimento corri a um balcão PT e paguei. Não gosto de estar a dever nada a ninguém. Fiz mal. No mês seguinte debitaram-me o dinheiro já pago, na minha conta. No mesmo dia deixei de pagar por transferência bancária e passei a pagar por Multibanco. Assim tenho duas vantagens. Pago no dia e à hora que quero, dentro do período de dias que tenho para pagar, em vez de me sacarem o dinheiro logo no primeiro dia. E caso já tenha pago alguma conta e ela volte a aparecer não me apanham o dinheiro outra vez.Este é um caso que me sucedeu. Nem sequer foi grave. Mas conheço alguém a quem uma empresa de telecomunicações sacou da conta trezentos e tal euros de uma vez, indevidamente. Depois de confirmado o engano na facturação a empresa em vez de repor o dinheiro de imediato andou a empatar tentando que ele ficasse como adiantamento para as contas dos meses seguintes.Rosalina

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