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O pequeno partido de Miguel Relvas
Quando foi escolhido pela distrital de Santarém do PSD para liderar a lista de candidatos à Assembleia da República, Miguel Relvas disse a O MIRANTE que não acreditava que o facto de ter apoiado Pedro Passos Coelho contra Manuela Ferreira Leite nas eleições para a liderança do partido, pudesse fazer com que não fosse confirmado no lugar. “É salutar que nos partidos políticos existam espaços de pluralidade e divergência. E, aliás, essa é a diferença entre um pequeno e um grande partido político”, afirmou então.Agora que o Conselho Nacional do Partido o afastou da lista pelo círculo eleitoral de Santarém, colocando no seu lugar Pacheco Pereira e não lhe dando qualquer hipótese de participar em qualquer outro lugar, era de esperar que Miguel Relvas viesse afirmar que o que se passou prova que o PSD afinal é um pequeno partido onde não existem espaços de pluralidade e divergência.Mas não foi isso que aconteceu. Miguel Relvas, logo na noite em que se realizou o Conselho Nacional que o saneou, afirmou que não deixaria de votar PSD. E, segundo alguns relatos, até elogiou a líder. Uma posição política que se assinala e que não destoa daquilo que é a política em geral e os políticos em particular. Naquele pequeno mundo tudo se engole. Desde sapos a…declarações.
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