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Picardias e insinuações

Edição de 12.08.2009 | Política
Desde que se começou a idealizar a constituição de uma empresa intermunicipal para gerir as águas e o saneamento na Lezíria do Tejo que o presidente da Câmara de Santarém e os responsáveis pela CIMLT trocam acusações. No dia 4 de Agosto na conferência de imprensa onde anunciou a aprovação dos fundos comunitários para obras de saneamento em Santarém, Moita Flores voltou a atacar António Torres. “Ainda andará o senhor administrador delegado da CIMLT a fazer os seus negociozinhos de ocasião, a servir os seus senhores, a lamber-lhes as feridas de todo o corpo e outras partes mais escondidas e o concelho de Santarém já terá todo o saneamento concluído”. Moita Flores acusou também os responsáveis pela CIMLT de forjarem “um despacho falso que informava o ministro do ambiente que Santarém e o Cartaxo tinham saído da comunidade e por isso não havia sustentação para receberem fundos comunitários”. Situação que a CIMLT desmente. Sobre esta matéria está a decorrer no Tribunal Administrativo de Leiria um processo movido pela Câmara de Santarém. “Eles têm que ir responder porque o que fizeram não é habilidade política mas malvadez”, afirma Moita Flores. O presidente da Câmara de Santarém apelidou os autarcas da CIMLT de “caudilhos e caciques”. Em resposta António Ganhão diz que “se ele for ao dicionário ver o significado da palavra vai rever-se como o cacique-mor da região pela postura que tem tido”. António Ganhão, realçou que uma vez mais Moita Flores mostrou a “sua má educação”. António Torres, ironicamente, agradeceu a Moita Flores o facto de o ter tornado conhecido por tanto lhe dirigir críticas. E concluiu dizendo que “só se mandam pedras às árvores que têm fruta”. Recorde-se que Santarém abandonou o projecto Águas do Ribatejo antes da constituição da empresa. O Cartaxo seguiu-lhe os passos. Já depois da empresa estar formada foi o município da Golegã que também optou por sair, mas de forma pacífica.

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