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Assinado protocolo para criação do Centro de Investigação Joaquim Veríssimo Serrão

Edição de 09.03.2011 | Sociedade
O historiador Joaquim Veríssimo Serrão assinou no dia 1 de Março com o presidente da Câmara Municipal de Santarém o protocolo que formaliza a doação da sua biblioteca pessoal ao município e a constituição do Centro de Investigação com o seu nome, a instalar no antigo presídio militar da cidade hoje Casa de Portugal e de Camões.O protocolo vem formalizar um acordo celebrado em Novembro de 2009, altura em que Joaquim Veríssimo Serrão, actualmente com 85 anos, decidiu doar à autarquia a sua biblioteca pessoal, com cerca de 30.000 livros, 90 caixas com documentos manuscritos (entre os quais a correspondência que trocou com o seu amigo Marcelo Caetano) e objectos que possui na biblioteca de sua casa, em Santarém.O acervo inclui os ficheiros que Veríssimo Serrão, que presidiu durante 31 anos à Academia Portuguesa da História, usou para as suas investigações, os diplomas do historiador, quadros, condecorações e moedas.O centro tem por fim “formar e cuidar de um fundo documental e bibliográfico, físico e virtual, sobre Teoria Geral do Estado, Ciência Política, História das Ideias Políticas, História Política, História Diplomática, História Ibero-Americana, História Hispano-Portuguesa, História Económica, História da Arte e Cultura e matérias conexas com a História Regional”.Por vontade expressa de Joaquim Veríssimo Serrão, o centro, que deverá entrar em funcionamento até ao Verão, tem como director o historiador Martinho Vicente Rodrigues. O Centro de Investigação, dotado de um conselho científico, um conselho consultivo e uma assembleia de investigadores, irá promover e divulgar estudos e promover diversas actividades, estando aberto a todos os investigadores e curiosos que queiram investigar nesta área.Por outro lado, tirando partido das ligações internacionais de Veríssimo Serrão, fará “incursões a nível nacional e internacional”, neste caso prioritariamente com Espanha, Brasil e Venezuela, países com os quais o historiador tem laços afectivos, disse.

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