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Moradores insatisfeitos com encerramento de estabelecimentos às 2h30 da manhã durante a Ávinho

Edição de 20.04.2011 | Sociedade
Um grupo de moradores de Aveiras de Cima, concelho de Azambuja, deslocou-se à última assembleia municipal que se realizou na noite de terça-feira, 19 de Abril, para mostrar indignação pelo encerramento às 2h30 da madrugada dos estabelecimentos durante a 7ª edição da Ávinho, Festa do Vinho e das Adegas. “Estamos aqui para mostrar todo o nosso descontentamento por termos sido enviados para casa na sexta-feira às 2h30 e no sábado às 3h30. A Ávinho realiza-se uma vez por ano e é inadmissível que acabe tão cedo”, apontou Luís Adrião. Também a proprietária de um estabelecimento esteve presente na sessão para mostrar o desagrado em relação à situação: “Esta crise anda a prejudicar todo o comércio e se nós conseguirmos tirar alguma rentabilidade é na Ávinho”. A GNR de Aveiras de Cima disse que apenas se limitou a cumprir a lei de ruído durante a festa que decorreu nos dias 15, 16 e 17 de Abril. Fonte da GNR confirma a O MIRANTE que durante a Festa do Vinho e das Adegas foi emitida uma licença especial de ruído para todos os postos de venda até às 2h00, prolongando-se por mais 30 minutos. “Todos os estabelecimentos que estavam abertos fecharam a partir das 2h30, mas não enviámos ninguém que estava na rua para casa até porque no dia seguinte logo de manhã estavam algumas pessoas dormir na rua”, disse a mesma fonte. O presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Joaquim Ramos, congratula-se que a Ávinho tenha sido um sucesso e lamenta os "factores negativos" que possam ter ocorrido. Durante a Ávinho, Festa do Vinho e das Adegas, três pessoas foram assistidas no hospital por causa dos excessos de álcool. Uma delas era menor, confirmou a GNR.

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