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“O escudo trazia-nos muitas vantagens”

Rosária Nunes, 32 anos, empregada de papelaria
Já ouviu a expressão “dar o bodo aos pobres” e sabe que consiste em distribuir pelos mais carenciados alimentos angariados com a festa. Em relação à periodicidade da festa, Rosária Nunes, tem uma opinião muito clara: “Se não fosse de quatro em quatro anos já não era a Festa dos Tabuleiros”. Já passou na rotunda Alves Redol e viu as bonecas mas confessa que a sua reacção pautou-se pela indiferença uma vez que pensava que fossem colocados elementos que fossem identificados de forma mais directa com a Festa dos Tabuleiros. Numa altura em que a economia está a passar por maus momentos, a hipótese dos portugueses voltarem a ter o escudo como moeda é encarada com desconfiança por Rosária Nunes. “Neste momento, não acho que fosse benéfico. O escudo trazia-nos muitas vantagens mas já que mudámos temos que continuar”, disse.

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