Rogério Jorge
65 anos, Azambuja
Se fosse jornalista por um dia Rogério Jorge, reformado, faria uma reportagem sobre o estado actual da cultura popular. “A atenção dos políticos vai apenas para a cultura mais erudita. A cultura popular está afastada da governação”, critica. Lamenta que em Azambuja não exista uma sala à disposição de todos com condições para acolher um grande espectáculo de música ou outro evento cultural. Também gostaria de escrever sobre a insegurança que hoje se vive na vila e apela a uma maior actuação das forças de segurança. Lê com regularidade O MIRANTE. No topo das preferências estão os trabalhos de sociedade e cultura. Mas a primeira secção que lê é o Guarda-Rios: “Dá-me muita vontade de rir ao ver os políticos apanhados com o pé na ratoeira”.
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