Parceria com privados no concelho de Vila Franca para estacionamento subterrâneo e em altura
Há várias falácias neste artigo e no que lhe deu origem. Estes locais precisam é de menos automóveis e não de mais estacionamento. Os utentes do comboio, se as autarquias e outras entidades responsáveis estivessem de facto interessadas em resolver o problema, deveriam ter ao seu dispor transportes públicos eficientes e económicos para fazer a ligação com a ferrovia. Veja-se o caso de Alverca, onde a carreira “urbana” parte da estação de 40 em 40 minutos, ainda por cima completamente desfasada dos horários da CP, com bilhetes que custam cerca do dobro dos da Carris, em Lisboa e com um horário reduzido. Aliás, este é mais um resultado das parcerias com privados que se pretende agora estabelecer também para esses “silos”. Esta ideia de que o problema da mobilidade urbana se resolve com automóveis privados é - desculpem-me a franqueza - um perfeito disparate. Se têm dúvidas vão ver o que se faz em países “subdesenvolvidos” como os do norte da Europa, por exemplo.Paulo Gomes
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