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Ruptura de cano leva a desperdício de água em Samora durante sete horas

Edição de 18.01.2012 | Sociedade
Uma ruptura de um cano num prédio do largo da Rua Calouste Gulbenkian, em Samora Correia, concelho de Benavente, levou a um desperdício de água durante mais de sete horas. A situação gerou muito descontentamento entre comerciantes e munícipes, tendo em conta a demora da resolução. A ruptura aconteceu durante a colocação de um toldo no café “Ursinho Guloso”, quando ao furarem a parede atingiram um cano. Os trabalhadores da empresa de colocação de toldos prontificaram-se a resolver a situação desde que a água fosse cortada. Os técnicos da Águas do Ribatejo foram ao local e cortaram a água que abastece a rua, mas do cano continuou a jorrar água abundantemente. A solução passou por cortar a água em toda a Avenida Professor Egas Moniz, mas a empresa só o fez por volta das 14h00, já que as condutas abrangem uma parte significativa de Samora Correia. A situação acabou por ficar resolvida por volta das 15h15, o que levou a um desperdício de água durante cerca de sete horas. “Se cortássemos logo iríamos afectar uma série de serviços, como as escolas da zona, os bombeiros e lares com a hora do almoço a aproximar-se. Mesmo estando a desperdiçar alguma água o dano é menor”, revela o gabinete de comunicação da empresa. A Águas do Ribatejo esclareceu que o prédio em causa está cadastrado, mas a conduta da água não está no projecto. Também não foi encontrada a torneira de segurança do prédio para cortar a água. Daí a demora em resolver toda esta situação que levou ainda os comerciantes da zona a ficarem com os ânimos exaltados. A Águas do Ribatejo aproveita ainda para esclarecer que não é obrigada a cortar a água num domínio privado, mas que se prontificou logo a colaborar. Sempre que existe alguma ruptura, a Águas do Ribatejo trata de passar a água que se gastou para o escalão mais baixo, tendo em conta que se tratou de uma situação anormal.

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