
Um mal nunca vem só!
Nos tempos que se pensavam de vacas gordas, o então presidente da Câmara de Santarém, Moita Flores, deu 110 mil euros por um terreno em Alcanhões para ali construir um núcleo escolar e a chamada casa das colectividades. Depois veio a crise, e o consequente embate na dura realidade, e esses (e outros) projectos mais ou menos megalómanos ficaram pelo caminho. Sobrou um terreno cheio de mato e erva, que a autarquia não se deu ao trabalho de limpar durante o Verão como mandam as boas práticas de prevenção de incêndios. Bem diz o povo que um mal nunca vem só. E o de Alcanhões bem o pode confirmar...

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