uma parceria com o Jornal Expresso

Edição Diária >

Edição Semanal >

Assine O Mirante e receba o jornal em casa
31 anos do jornal o Mirante

Junta da Póvoa e Forte da Casa já pagou subsídios em falta

Autarca agradeceu a compreensão dos trabalhadores

A Junta de Freguesia da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa estava a aguardar a transferência das verbas provenientes do Fundo Financeiro das Freguesias, transferido anualmente pela administração central, que permitiu um encaixe financeiro de 200 mil euros.

Edição de 22.07.2015 | Sociedade
A meia centena de funcionários da União de Freguesias da Póvoa de Santa Iria e Forte da Casa já recebeu o subsídio de férias que devia ter sido pago no final de Junho. A informação foi confirmada a O MIRANTE pelo presidente da junta, Jorge Ribeiro (PS). O autarca reuniu com os trabalhadores na segunda semana de Julho e agradeceu a disponibilidade destes em esperarem um pouco mais pelo subsídio.Os trabalhadores deveriam ter recebido o subsídio no final de Junho, juntamente com o ordenado, mas por dificuldades de tesouraria a junta solicitou a compreensão dos funcionários para receberem os subsídios só nos primeiros dias de Julho. “A verba que tínhamos disponível não chegava para pagar a todos por isso optámos por não pagar a ninguém. Apelámos à sua compreensão e vamos honrar esse compromisso”, garantiu o autarca.A Junta da Póvoa e Forte da Casa estava a aguardar a transferência das verbas provenientes do Fundo Financeiro das Freguesias, transferido anualmente pela administração central, que permitiu um encaixe financeiro de 200 mil euros. Por ano a junta tem um orçamento de um milhão e meio de euros, do qual dois terços são gastos com os vencimentos do pessoal. O autarca diz que “é urgente” o Estado rever os apoios concedidos às autarquias. No final de Junho, recorde-se, também a União de Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz teve de pedir à câmara o adiantamento de metade de uma transferência de verbas referente a Dezembro, para poder pagar os vencimentos dos trabalhadores. A culpa é apontada ao facto das transferências do Estado serem cada vez menores e as competências e responsabilidades das juntas cada vez maiores.

Mais Notícias

    A carregar...