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Refugiados sírios em Vaqueiros no concelho de Santarém

Apoio o acolhimento de refugiados, de pessoas obrigadas a abandonar as suas casas e os seus países por causa de guerras. Também apoio o acolhimento de imigrantes económicos; pessoas que, tal como muitos portugueses, partem à procura de melhores condições de vida. Portugal é um país envelhecido e nada tem sido feito para travar essa situação e esses estrangeiros podem contribuir para atenuar o acentuado envelhecimento do país porque muitos são jovens e, ao contrário dos nossos jovens, têm filhos ou querem tê-los. Nada percebo de políticas de imigração e não posso discutir este assunto com segurança. Limito-me a dar a minha sensibilidade sobre a questão. O que não quero, como português, é que os nossos governantes permitam certas situações que são contrárias à nossa lei. Falo nomeadamente do tratamento dado em algumas culturas e religiões às mulheres. Aqui em Portugal não podem ser toleradas mulheres de cara e corpo totalmente tapados, por exemplo, ou outras coisas ainda piores. As nossas autoridades têm lutado contra certas práticas das comunidades cigana e africana como casamentos combinados e excisões genitais femininas. Temos que continuar essa luta e evitar que mais situações aviltantes e violentas sejam praticadas. Refugiados e imigrantes têm que aceitar viver segundo os nossos padrões e leis. Nisso temos que ser bem firmes. Joaquim José Adão Tavares

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