
Um autarca muito sensível.
O poder muitas vezes redunda em autocracia, autismo e intolerância à crítica e a opiniões divergentes. Mas chegar-se ao ponto de ver um presidente de câmara, como o da Chamusca, abandonar a sala numa sessão da assembleia municipal (solidariamente seguido pelos seus vereadores) e deixar um adversário político a falar sozinho é caricato e pouco condizente com o exercício do jogo político. Se Paulo Queimado, que já leva cinco anos e meio nessas funções e mais alguns na vida política, é demasido sensível e/ou não tem paciência para aturar quem é do contra, o melhor mesmo é dedicar-se à pesca ou à apanha da espiga. Talvez assim faça melhor figura...

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