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As canções de Pedro Barroso vão durar  até não haver mais quem as oiça 

Edição de 08.01.2020 | O MIRANTE dos Leitores


Debilitado fisicamente desde 2014, altura em que chegou a estar em coma, o cantor Pedro Barroso despediu-se dos palcos a 21 de Dezembro, no Teatro Virgínia, em Torres Novas, dia em que completou cinquenta anos de carreira artística como músico e cantor.
Enquanto tiver capacidade vai continuar a compor e a gravar e, como o próprio anunciou, está para sair um novo CD, chamado Novembro, com mais canções suas, uma das quais gravada em dueto com o cantor e seu amigo, Patxi Adion, que faleceu três dias antes do concerto de Pedro Barroso, a 18 de Dezembro, num acidente de automóvel.
A 21 de Dezembro de 1969 assisti na televisão a preto e branco à estreia de Pedro Barroso no programa Zip-Zip. Acompanhei o seu percurso ao longo dos anos e assisti à sua evolução e às suas diversas fases como compositor, cantor e músico. Foi um privilégio ver como ele alcançou um patamar artístico tão elevado.
Já esteve na moda, embora nunca tenha sido um artista de modas. Fez centenas de canções. Para ele e para outros cantores. Faz parte da história da música popular portuguesa. Esta é uma altura boa para aqueles que gostam da música portuguesa irem buscar discos e Cd´ss dele e voltarem a ouvi-los. Vale muito a pena. Agora e sempre.
Convém também lembrar que Pedro Barroso tem livros editados e tem pinturas e creio que esculturas apesar de ser mais conhecido como músico, compositor e cantor.
José Machado Gaifões

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