
Luciana Marina Pires dos Santos
Técnica Superior de Qualidade 43 anos, Prodyalca – Produção e Comércio de Produtos Químicos, Alcanena
Quando viaja qual o meio de transporte que prefere?
Gosto de viajar de comboio. Por ser ecológico posso apreciar a paisagem e até conhecer pessoas novas.
Estamos na Era do digital. O que acha de estarmos sempre ligados e contactáveis?
Facilita-nos a vida mas essa facilidade em obter e transmitir informação acelerou o ritmo das nossas vidas e, ironicamente, por vezes queimamos demasiado tempo a “contactar” de forma digital deixando de conviver.
O que punha a funcionar na sua terra que não existe?
Se tivesse poder para tal colocaria a funcionar – não só localmente, como também ao nível nacional – mais políticas para incentivar a adopção de comportamentos amigos do ambiente. Por exemplo: tornar os preços dos transportes públicos mais acessíveis e ampliar a aplicação de impostos ao uso de plástico em embalagens.
Qual a promessa que faz a si própria mais vezes no início de cada ano e que vai continuar a fazer por ainda não ter conseguido cumpri-la?
Coloco sempre como objectivo terminar de pintar um quadro a óleo que comecei há 12 anos. Ainda não o terminei porque tenho receio de não conseguir transpor para a tela aquilo que visualizo.
Qual foi a melhor viagem/passeio que fez até hoje?
Vivi no Brasil e na África do Sul antes de vir para Portugal pelo que essas foram as viagens que mais me marcaram. Ambos os países possuem belezas naturais de tirar o fôlego, embora, por outro lado, também lá exista muita violência. Essas passagens ensinaram-me a valorizar Portugal, um país lindíssimo onde posso andar na rua sem medo de ser violada ou de ser apanhada por uma bala perdida.
Alguma vez pediu o livro de reclamações?
Não, mas há reclamações que são úteis por chamarem a atenção para eventuais falhas num serviço ou produto.
Alguma vez sentiu orgulho em ser cidadã europeia?
Cidadã portuguesa, sim!
Alguma vez pensou em escrever um livro? Se sim, fá-lo-ia sobre que assunto?
Não ambiciono escrever um livro, mas, se o fizesse, gostaria que fosse acerca de algo que contribuísse para o desenvolvimento pessoal de quem o lesse.
Se existir reencarnação, o que – ou quem – gostaria de ser na próxima vida?
Não sei. O destino que se encarregue disso, que darei o meu melhor com aquilo que me for atribuído.
Há algo que já tenha pensado ou que já tenha implementado na sua empresa que contribua para a defesa do ambiente? E houve colaboração dos trabalhadores nesse sentido?
A Prodyalca é uma empresa com a certificação ISO 14001 do ambiente. Faz parte da política e da missão da empresa reduzir, reciclar e reutilizar os recursos. Unimos esforços para minimizar a sua pegada carbónica.
Há algum livro que a tenha marcado particularmente?
Livro, não. Prefiro destacar um filme: O Clube dos Poetas Mortos. Adorei-o por nos incentivar a lutar pelos nossos sonhos e a não nos conformarmos. “Carpe diem”.
Tem alguma pedra preciosa como amuleto?
Não tenho amuleto, mas sou apreciadora de todo o tipo de pedras. Há pouco tempo vi uma que não conhecia, mas que é chamada de ouro dos tolos, dourada e brilhante. O melhor exemplo de que nem tudo o que brilha é ouro.
Biblioteca ou discoteca? O que é para si mais divertido?
Discoteca, dançar, ouvir música, conversar com os amigos, que este ano não tem sido possível.
Que outra profissão sonhava ter em criança e que acabou por – ainda – não conseguir concretizar?
Pintora. Espero conseguir dedicar mais tempo às telas.
Sapatos de salto ou rasos?
Se for a uma festa prefiro salto alto, mas no dia-a-dia opto pelos rasos, para dar conta das exigências laborais.
O que é genuinamente português e não trocava por nada deste mundo?
Pastel de nata.
quadrados.
