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Entroncamento com quase 10 milhões para investimento em 2021

Perto de 4,2 milhões de euros do orçamento municipal destinam-se a funções sociais, em áreas como educação, cultura e coesão social. Montante igual irá para funções económicas, como eficiência enérgica, rede viária e arruamentos e transportes rodoviários.

Edição de 04.01.2021 | Política

A Câmara do Entroncamento aprovou a proposta de Orçamento e as Grandes Opções do Plano para o ano de 2021, no valor de 23,4 milhões de euros, mais 2,1 milhões de euros do que o do presente ano. Em comunicado, o município de maioria socialista afirma que os documentos destinam 9,6 milhões de euros para investimento, um aumento de 23,26% em relação a 2020. Dessa fatia, perto de 4,2 milhões de euros (43,7%) destinam-se a funções sociais, em áreas como educação, cultura, águas, coesão social, entre outras, e outro tanto a funções económicas, como eficiência enérgica, rede viária e arruamentos e transportes rodoviários. Há ainda 1,2 milhões de euros para projectos de funções gerais da administração pública, como equipamentos, serviços, segurança e ordem pública.
Entre os projectos previstos no Plano Plurianual de Investimentos, destaca-se o Parque Empresarial, os projectos de eficiência hídrica e energética, a requalificação urbana do espaço público, bem como dos equipamentos e edificado nos bairros sociais, a que se acrescenta o edifício para a esquadra da PSP e a nova biblioteca municipal.
A promoção da acessibilidade inclusiva, a requalificação do Bairro do Boneco, a mobilidade urbana e clicável, a reabilitação do edifício Escolas das Tílias, e intervenções nas redes viárias e nas redes de água são outros projectos referidos.
Aprovados com o voto favorável da maioria socialista do executivo, os documentos tiveram os votos contra dos dois eleitos do PSD, por entenderem que os investimentos previstos continuam a não contribuir para uma melhoria da qualidade de vida das populações. A vereadora do BE absteve-se, fazendo uma avaliação positiva de algumas opções mas apontando a ausência de projectos que o seu partido considera essenciais.

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