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Centro Hospitalar do Médio Tejo levantou suspensão do gozo de férias

Medida produziu efeito a partir de 1 de Março e decorre do plano de retoma progressiva de actividade assistencial.

A suspensão temporária do gozo de férias para os profissionais do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) foi levantada com efeitos a partir de 1 de Março, informou o conselho de administração. A medida insere-se no “plano de retoma progressiva de actividade assistencial”, refere a instituição num comunicado.
No documento, o conselho de administração do CHMT informa que a decisão se justifica pela “evolução positiva do circunstancialismo pandémico, pela redução do número diário de cidadãos infectados com o vírus SARS-CoV-2, bem como pela redução do número de utentes internados, com expressão a nível nacional”.
Em Novembro de 2020 o CHMT suspendeu as férias aos cerca de dois mil profissionais até 31 de Janeiro deste ano, medida que foi depois prorrogada até final de Fevereiro.
Em comunicado divulgado na altura, o conselho de administração do CHMT, que integra as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, considerou ser “absolutamente indispensável e essencial” proceder à adopção da “medida de carácter excepcional e temporária”, tomada no âmbito da situação de estado de emergência devido à pandemia de Covid-19 e em virtude dos condicionalismos hospitalares e de saúde pública.

Pressão tem vindo a diminuir
A par com o levantamento da suspensão do gozo de férias, o Centro Hospitalar do Médio Tejo espera “estabilizar a ocupação de doentes Covid-19 nas 58 camas, com duas enfermarias activas na Unidade Hospitalar de Abrantes, acrescidas de seis camas, distribuídas pelo Serviço de Nefrologia e pelo Serviço de Pediatria, ambos instalados na Unidade Hospitalar de Torres Novas”.
A instituição manterá ainda uma enfermaria de reserva, com 26 camas preparadas para serem accionadas de imediato se tal se justificar. Relativamente à capacidade de camas nos Cuidados Intensivos, a partir de 1 de Março, será estabilizada em 10 camas para doentes Covid-19. Contudo, essa capacidade nos Cuidados Intensivos será “variável em função das necessidades do CHMT e de toda a região de Lisboa e Vale do Tejo”.

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