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Fim da concessão do estacionamento no Entroncamento gera confusão entre munícipes

Fim do contrato de concessão do estacionamento de superfície tarifado no Entroncamento, que terminou a 8 de Janeiro, está a gerar dúvidas entre autarcas e munícipes quanto ao actual funcionamento dos parquímetros e ao destino das receitas.

O fim do contrato de concessão do estacionamento de superfície tarifado no Entroncamento, que terminou a 8 de Janeiro, voltou a ser discutido em reunião de câmara, levantando dúvidas entre eleitos e munícipes quanto ao actual enquadramento do sistema de parquímetros e ao destino das receitas cobradas. O assunto foi levado à reunião pelo vereador Ricardo Antunes (PS), que alertou para a falta de informação prestada à população sobre o término do contrato com a empresa Tecnovia. Segundo o autarca, a ausência de comunicação oficial tem gerado confusão entre os utilizadores, que questionam se devem continuar a pagar o estacionamento e a quem reverte a receita cobrada.
Ricardo Antunes referiu ter sido abordado por munícipes que colocam em causa a legitimidade dos pagamentos, sublinhando que, apesar de o regulamento municipal que define as zonas tarifadas continuar em vigor, existe um “vazio” relativamente à concessão do estacionamento. O vereador defendeu que deveria ter havido uma comunicação clara por parte da câmara, questionando que diligências foram tomadas e qual o enquadramento actual do estacionamento tarifado.
O presidente da câmara, Nelson Cunha, esclareceu que o regulamento municipal se mantém em vigor, uma vez que não foi deixada qualquer indicação pelo anterior executivo sobre a sua cessação. O autarca explicou ainda que o município já apresentou uma proposta à Tecnovia no âmbito do processo de transição da concessão, encontrando-se agora a aguardar uma contraproposta da empresa. Nelson Cunha garantiu que o processo está a ser acompanhado pelo actual executivo, lembrando que a Tecnovia alega a existência de custos imputados à autarquia, razão pela qual o município está a agir com cautela para evitar eventuais litígios.

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