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Município da Chamusca reticente em prolongar horário das escolas

Edição de 03.01.2018 | Sociedade

A Câmara da Chamusca não se sente confortável, neste momento, para prolongar o horário das escolas de 1º ciclo, sentimento partilhado também pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ), Agrupamento de Escolas da Chamusca e Associação de Pais. Isso mesmo foi afirmado pela vice-presidente do município, Cláudia Moreira (PS), na última sessão da assembleia municipal após a eleita Silvina Fernandes (coligação PSD/CDS/MPT) perguntar se e quando a autarquia ponderava implementar essa medida.
Para Claúdia Moreira, depois das horas lectivas, a câmara já proporciona as Actividades Extra Curriculares (AEC) que duram uma hora e meia, daí que o prolongamento de horário “seria algo que não faria muito sentido neste momento”.
Silvina Fernandes explicou que nas pré-escolas há a possibilidade de as crianças ficarem depois das 17h30 até os pais poderem ir buscá-los mas quando as crianças vão para o 1.º ciclo, isso já não acontece. “Devia de haver um prolongamento de horário depois das Actividades Extra Curriculares (AEC) até os pais, que vêm dos seus trabalhos em Torres Novas ou Entroncamento, poderem ir buscar os seus filhos”, defendeu a eleita municipal.
Já para a eleita Manuela Marques (CDU), depois das 17h30 as crianças não devem ficar na escola, pois “não é benéfico” para elas. “Os pais que não podem ir logo buscar as crianças têm de arranjar outras soluções mas ficarem na escola não é a melhor solução”, acredita.

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