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Boas ideias

A I Edição do Orçamento Participativo Portugal (OPP), pioneira a nível mundial, foi muito positiva. Participaram mais de 2.500 pessoas com mais de 1.000 propostas para as regiões e para o país. Estiveram em votação 600 projetos com uma participação global de cerca de 80 mil votos.

Edição de 08.02.2018 | Opinião

Boas ideias para a minha terra pode ser uma grande motivação. Depois de uma primeira edição em 2017, está em curso o Orçamento Participativo Portugal 2018. Tal como no ano passado, os grandes protagonistas somos nós, os cidadãos. Não há políticos pelo meio, ou o que seja, que nos possa atrapalhar. Não há desculpas. Até 24 de Abril todos nós podemos submeter boas ideias para a nossa terra, para Portugal, em www.opp.gov.pt. Aquela ideia que todos temos no café… bom de falar, sempre mais difícil de concretizar.
“A I Edição do Orçamento Participativo Portugal (OPP), pioneira a nível mundial, foi muito positiva. Participaram mais de 2.500 pessoas com mais de 1.000 propostas para as regiões e para o país. Estiveram em votação 600 projetos com uma participação global de cerca de 80 mil votos. Hoje estão já em fase de concretização os 38 projetos mais votados, em todas as regiões do país”, escreve-se na apresentação da edição deste ano. Incentivo-vos como autor de um dos 38 projetos apoiados em 2017. Já a história da fase de concretização dos projetos de 2017 é outra, à boa moda do nosso país agora só falta fazer; talvez mereça alguma compreensão pelos desafios da novidade. Daqui a poucas semanas conto-vos, prometo.
Este ano deixa de existir a limitação de áreas temáticas, o céu é o limite. “Em 2018 são admitidas propostas para todas as áreas de governação, não estando os cidadãos limitados à apresentação de ideias em determinadas áreas temáticas como aconteceu em 2017.” Qual é a desculpa? O montante disponível para apoiar os projetos mais votados é cinco milhões de euros. Na verdade, pode-se fazer muita coisa boa com este dinheiro. Será que as associações, os governos locais, etc, se dão ao luxo de ignorar esta oportunidade e de não fazer tudo para dinamizar a coisa nas suas terras? Vamos a isto!
Carlos A. Cupeto
Universidade de Évora

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