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Sete troços de estrada em Coruche necessitam de intervenção urgente

Município espera que a empresa pública Infraestruturas de Portugal tome medidas

Edição de 10.08.2018 | Sociedade

Sete troços de estradas no concelho de Coruche aguardam que sejam intervencionados urgentemente pela empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP). A maioria localiza-se nas estradas nacionais (EN) 251 e 119 e apresentam problemas como pavimento degradado, excesso de tráfego e má sinalização que muitas vezes têm sido letais, sobretudo quando associados ao excesso de velocidade e às manobras perigosas.
Em causa estão as estradas que atravessam as localidades de Azervadinha e Malhada Alta, as entradas para o Couço, o troço junto à Herdade das Figueiras, na Branca (na EN 251) e do Biscaínho (na EN 119).
“Na Azervadinha o problema está no piso em calçada e no ruído causado pela trepidação da passagem dos veículos. No Couço existe má visibilidade nas duas entradas para a vila. Na Branca, junto à Herdade das Figueiras, o piso está deformado pelas raízes das árvores. E no Biscaínho é devido ao excesso de velocidade”, explicou a vice-presidente do município, Fátima Galhardo (PS), em reunião do executivo municipal.
Esta é a conclusão de um estudo feito pela autarquia para ser entregue à IP e à Secretaria de Estado das Obras Públicas. O objectivo é alertar as entidades para que avancem com as obras o mais rapidamente possível de forma a garantir a segurança de quem passa nesses locais.
“Queremos que o Governo entenda que passam no concelho duas grandes estradas nacionais (EN 251 e EN 119) e, como não existem travessias alternativas, há mais tráfego e o piso vai-se degradando”, admitiu Fátima Galhardo (PS).

Pontos negros identificados
Em Fevereiro deste ano (ver edição de 1 de Fevereiro de 2018) a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) assinou um protocolo com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) no sentido de os 11 municípios da Lezíria do Tejo adoptarem medidas que permitam reduzir a sinistralidade rodoviária na região em 8% até 2020.
Na cerimónia foram ainda apresentados os 31 pontos negros identificados na Lezíria do Tejo e as soluções preconizadas. Os problemas detectados vão desde o mau estado de conservação das vias à falta de sinalização. Dos 31 pontos problemáticos, dez são na EN 118 (nos concelhos de Benavente, Salvaterra de Magos, Almeirim, Alpiarça e Chamusca).
No concelho de Coruche, a entrada poente no Couço foi um dos pontos negros identificados. O estudo feito pela ANSR entre 2010 e 2016 referia que o local se encontrava mal sinalizado, daí haver ali muitos acidentes. A solução seria, por isso, a construção de uma rotunda no local.

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