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Vila Franca de Xira continua à espera que o Estado resolva problema da Secundária Gago Coutinho

Avanço da obra na escola está dependente de desbloqueio de verbas do Ministério das Finanças.

Edição de 12.12.2018 | Sociedade

Estão resolvidos os problemas burocráticos em torno do concurso público internacional para a conclusão da empreitada de execução das obras de modernização da Escola Secundária Gago Coutinho, em Alverca, mas as obras continuam sem avançar. Em falta está o desbloqueio de verbas por parte do Ministério das Finanças.
A informação foi avançada na última sessão da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira pelo presidente do município, Alberto Mesquita (PS). “Todas as questões foram resolvidas. O concurso foi feito, a empreitada está consignada, a única coisa que falta é o desbloqueamento financeiro por parte do Ministério das Finanças. Tenho feito algumas iniciativas para que isto se resolva e a obra finalmente comece”, notou o autarca.
O autarca já por diversas vezes vincou que o seu concelho espera que as obras arranquem com urgência, porque são os quase 1.100 alunos daquela escola que sofrem todos os dias com falta de condições. Isto porque a escola está há oito anos transformada num estaleiro de obras desde que os trabalhos foram interrompidos
O concurso inicial, recorde-se, foi contestado por um dos concorrentes e esteve preso em procedimentos burocráticos e judiciais. O valor base do procedimento era de 9 milhões e 740 mil euros e incluía trabalhos de conclusão das obras que lá existem, estuques, pinturas, revestimentos, estruturas metálicas, alvenarias, carpintarias, trabalhos estruturais, canalizações e condutas, saneamento, jardins, redes eléctricas, movimentação de terras e outras.
A alteração do projecto previu uma redução da área bruta de construção dos 16 mil metros quadrados para os 14 mil, implicando uma redução significativa do custo da empreitada. A diminuição da área não significará a redução da capacidade da escola. Um dos novos pavilhões da escola até está concluído mas não pode ainda ser usado pela comunidade educativa.
Este projecto é mais comedido que o inicialmente previsto pela Parque Escolar, entidade que estava a construir a escola. “Sabemos que os projectos da Parque Escolar eram ambiciosos demais e essa era uma discussão que certamente seria interessante fazer, mas o que importa agora é resolver aquele problema”, defende Alberto Mesquita.

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