Paula Pereira
Consultora Imobiliária da CENTURY21 Castle, Entroncamento
Do que sente mais saudades?
Sinto mais saudades do tempo passado com quem já não está presente e da simplicidade das pequenas coisas do dia a dia.
Quando está a almoçar ou a jantar com a família ou amigos e há alguém que passa o tempo a consultar o telemóvel, isso incomoda-a?
À mesa prefiro conversa e partilha, por isso o telemóvel constante incomoda-me um pouco.
Alguma vez escreveu um poema? Era dedicado a alguém?
Nunca escrevi poemas dignos desse nome, mas já escrevi algumas dedicatórias especiais.
Quais as festas a que não falta?
As festas da minha terra são presença quase obrigatória. Gosto das tradições das festas populares, do convívio e da música, embora dispense as multidões
Faz exercício físico regularmente?
Procuro sempre reservar tempo para fazer exercício físico. Para manter a forma, mas, acima de tudo, para manter a minha mente sã e equilibrada.
É adepta de algum clube? Qual foi a maior «loucura» que fez pelo seu clube?
Sou adepta do futebol e já fiz alguns quilómetros para apoiar as equipas dos meus filhos, o Afonso e a Maria Rita. Afinal, para os pais, não há distância quando se trata de estar na bancada a apoiar os seus campeões.
Se vir alguém deitar lixo para o chão diz-lhe alguma coisa? Que resposta costuma receber?
Se vejo alguém deitar lixo para o chão, procuro chamar a atenção com educação e respeito. Felizmente, a resposta costuma ser positiva e as pessoas tendem a compreender a mensagem.
Qual foi a melhor viagem (ou passeio) que fez até hoje?
Não consigo escolher apenas uma. Cada destino trouxe-me experiências diferentes, novas descobertas e memórias que guardo com carinho.
Em quantas localidades viveu até agora, desde que nasceu? Foi bom ou mau?
Nasci em Moçambique e, ao longo da minha vida, vivi em quatro localidades diferentes, fruto das circunstâncias e dos caminhos que a vida me foi apresentando. Cada mudança trouxe consigo novos desafios, experiências e aprendizagens importantes e contribuiu, de alguma forma, para a pessoa que sou hoje.
Se pudesse encarnar uma personagem por um dia, qual escolheria?
Se pudesse encarnar uma personagem por um dia, escolheria alguém capaz de mudar positivamente a vida dos outros.
Costuma dar dinheiro a pessoas que pedem na rua?
Dou dinheiro quando sinto que posso ajudar, até porque os meus filhos são os primeiros a lembrar-me que devemos estender ajudar quem precisa. Prefiro acreditar que um pequeno gesto pode fazer a diferença na vida de alguém.
Quando é que tem ciúmes?
Tenho de assumir que sou ciumenta... mas daquelas com conta, peso e medida! Sou também bastante confiante e acredito que um bocadinho de ciúmes faz parte das relações. E confesso que até gosto de sentir que sou importante ao ponto de despertar algum ciúme em quem gosta de mim. O segredo, como em quase tudo na vida, está no equilíbrio.
O que lhe provoca um sono irresistível?
Um sofá confortável depois de almoço.
Quais as qualidades que mais aprecia numa pessoa?
Admiro a honestidade, a humildade, a lealdade e o sentido de humor.
Qual é o seu truque para manter a calma perante um imprevisto?
Focar-me em encontrar soluções. Quando perdemos a calma, já temos meio caminho andado para deixarmos de conseguir raciocinar com clareza. Nem sempre é fácil, mas procuro encarar os desafios com serenidade e sentido prático.
Subscrevia uma proposta para termos outro hino nacional?
Não mudaria o nosso hino nacional.
Sabe o nome do seu médico de família? Há quanto tempo não o vê?
Claro que sei o nome do meu médico de família! Aliás, vejo-o com alguma frequência, até porque o Dr. Pedro é meu vizinho.
Alguma vez deu sangue?
Nunca dei sangue, mas reconheço a importância desse gesto.
Qual a tradição que nunca podemos deixar morrer?
A tradição dos almoços em família, daqueles demorados, com a mesa cheia, muita conversa, gargalhadas. E, acima de tudo, nunca devemos perder o respeito e o carinho pelos mais velhos. São eles que guardam as histórias, as tradições e muitos dos ensinamentos que nos ajudam a ser quem somos.
Se pudesse dar uma prenda à sua terra, o que escolhia?
Mais oportunidades para os jovens e melhores condições para as famílias.


