Agora Falo Eu | 09-09-2026 07:00

Ana Bárbara Martins

Ana Bárbara Martins
- foto DR

Gerente bancária/empresária/ICCAR – Centro Auto, Lda., Samora Correia

Quando andava na escola primária gostava mais de português, de matemática ou a escola não lhe deixou grandes recordações?
Matemática, desde sempre. Sempre tive uma preferência enorme por todas as áreas ligadas à matemática e a números, tendo acabado por fazer parte da minha formação.
Como gostaria de marcar a sua passagem pelo planeta?
Estou muito ligada ao voluntariado dentro de várias áreas, sobretudo no ensino e apoio a crianças carenciadas. No pouco que puder fazer a diferença, continuarei a fazer.
Lembra-se da última vez que usou a bicicleta como meio de transporte?
Como meio de transporte, não. Utilizamos para passeios de fim-de-semana.
À mesa de que lado do prato é que deve ser colocado o telemóvel?
Não deve ter lugar à mesa.
E se houver alguém que passe o tempo todo a consultar o telemóvel, isso incomoda-a?
Sim, sobretudo as minhas filhas.
Alguma vez pensou escrever um livro? E se escrevesse um, escrevia sobre que assunto?
Sim, está na minha ‘bucket list’. Será sobre a minha experiência como voluntária.
Qual foi o livro e o filme que viu ou leu nos últimos tempos?
Filme: A Odisseia; e livro: A breve vida das flores, de Valérie Perrin.
Gosta de ouvir os foguetes nas festas populares?
Sim, é sinal que estamos no Verão, época do ano preferida para mim.
Costuma fazer a separação dos lixos domésticos?
Sim, fazemos. Se todos o fizermos, contribuímos para um mundo mais saudável. Ainda há um longo caminho a percorrer nesta área, mas tento fazer a minha parte.
Já fez alguma viagem de férias a um país estrangeiro? Qual vai ser a próxima?
Fiz várias e duas delas marcaram-me bastante. A primeira foi a passagem de ano 2004/2005 no Rio de Janeiro, por ter uma beleza natural incrível, e a segunda foi um safari no Quénia, em 2024. Isto, viagens mais longas. Depois temos as escapadinhas a Paris, Londres ou Veneza, locais culturais também incríveis. A próxima será um cruzeiro nas Caraíbas em 2027.
O que significa para si a expressão “gozar a vida”?
Aproveitar ao máximo o tempo em família, com amigos e de descanso. Viajar e conhecer novas realidades.
Alguma vez teve a tentação de ler um manual de instruções de um electrodoméstico que tenha acabado de comprar?
Sim, mas é mais fácil ir à net.
Já foi vítima de alguma burla? O que fez?
Já fomos assaltados (viatura e habitação). Fizemos a habitual participação policial mas ambos os casos acabaram arquivados.
Deposita dinheiro em contas de solidariedade quando os números das mesmas são divulgados?
Não, ajudo de muitas outras formas.
De quantas horas de sono precisa para acordar bem-disposta?
Preciso de 8 horas mas é sempre difícil cumprir.
Durante quanto tempo é capaz de guardar um segredo?
Bastante. Guardo comigo e fecho numa gaveta que por norma esqueço.
Existe algum animal que gostasse de ter e não pode?
Não, temos uma cadela rottweiler, a Meggy, que faz parte da família.
Lembra-se da maior extravagância que fez na sua vida?
A minha prenda dos 50 anos, um Porsche.
O que gostava de fazer e não faz para não cair no ridículo?
Tik Toks com as minhas filhas.
O que tem que fazer um homem para ser um verdadeiro homem?
Ser atencioso, respeitador e apaixonado.
O que sente quando vê pessoas a pagar promessas de joelhos em Fátima?
Respeito muito, sou católica.
Tem alguma tatuagem ou já pensou em fazer uma?
Sim, tenho cinco.
Subscrevia uma proposta para termos outro hino nacional?
Não, o hino é um símbolo de Portugal que se deve manter.
O voto devia ser obrigatório?
Sim, nem que seja votar em branco. Só assim conseguiremos marcar a nossa posição e ideias. Caso contrário deixamos nas mãos alheias as principais decisões do país.
A Justiça em Portugal é mesmo igual para todos?
Claro que não. Ou tens dinheiro para um bom advogado, ou não tens, e ficas à mercê da tua sorte. Temos assistido nos últimos anos aos processos mais mediáticos do país e como terminaram.
Alguma vez deu sangue?
Dou sangue de 6 em 6 meses no IPO. Fico muito feliz porque uns dias depois recebo sempre uma mensagem a indicar que alguém recebeu a minha dádiva. É muito gratificante saber que contribuí para o bem-estar de alguém.
Qual a tradição que nunca podemos deixar morrer?
O Natal em família, sentados à mesa com o bolo-rei e azevias de grão.

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