Agora Falo Eu | 28-10-2026 07:00

Hugo Oliva

Hugo Oliva
- foto DR

Consultor Comercial Carby, Santarém

Este mundo está perdido?
Não acho que esteja perdido, mas acredito que precisa de várias mudanças. Falta, sobretudo, diálogo entre as pessoas. É fundamental que se converse mais, que haja entendimento e que se procurem soluções através do diálogo. No entanto, há situações que exigem a intervenção e a responsabilidade de quem tem o poder de as resolver.
Em quantas localidades viveu até agora, desde que nasceu?
Em Santarém foi onde vivi durante mais tempo, e actualmente vivo no Cartaxo. São duas terras muito diferentes e, curiosamente, também rivais. Gostei mais de viver em Santarém, até porque foi onde passei grande parte da minha vida. No entanto, são fases diferentes. Actualmente, procuro mais tranquilidade e sinto que o Cartaxo me proporciona essa calma.
Se pudesse encarnar uma personagem por um dia, qual escolheria?
Se pudesse encarnar uma personagem pública por um dia, escolheria ser o actual primeiro-ministro. Gostava de estar nessa posição para poder dizer, no Parlamento, muita coisa que considero que os políticos precisam de ouvir. Provavelmente, aproveitaria a oportunidade para expressar opiniões e fazer algumas críticas que, de outra forma, dificilmente teria ocasião de fazer. Claro que, no dia seguinte, já não estaria nesse lugar, mas, durante aquelas 24 horas, teria muito para dizer e não deixaria passar a oportunidade de o fazer.
Com que idade é que acha que se vai reformar?
Nem penso muito nisso. Nos dias de hoje já nem podemos pensar verdadeiramente na reforma. Estamos numa fase em que temos de nos concentrar no presente e continuar a trabalhar. Confesso que, por curiosidade, já consultei o site da Segurança Social para perceber como seria, mas rapidamente deixei de pensar no assunto.
Do que é que sente mais saudades?
Sinto saudades da azáfama e da enorme procura que existia antigamente pela compra de automóveis. Com a crise, essa procura tem vindo a diminuir significativamente, o que nos obriga a procurar alternativas e a encontrar outras formas de compensar essa quebra.
A beleza é fundamental?
Não diria fundamental, mas acho que é importante.
Quando está a almoçar ou a jantar com a família ou amigos e há alguém que passa o tempo a consultar o telemóvel, isso incomoda-o?
Já me incomodou mais. Hoje em dia, é algo tão comum que acabamos por nos habituar.
A que petisco não resiste? Porquê?
Não resisto a marisco. Adoro marisco e é algo de que gosto muito, tanto de comer como de preparar para mim. Sou completamente apaixonado por este petisco e, felizmente, parece que não sou o único na família a partilhar este gosto!
É aficionado tauromáquico?
Respeito quem gosta e quem não gosta. De vez em quando, vou a um espectáculo, porque gosto de assistir e considero que é uma experiência agradável. Fascina-me a relação entre o homem e o animal, a magia que existe entre ambos e o respeito mútuo. Também me impressiona a forma como lidam com o risco, a adrenalina e a emoção.
Já aderiu à moda de correr/caminhar pelas ruas?
Já experimentei correr, mas confesso que não gosto nada. Há cerca de dois anos que pratico padel, que é um desporto de que gosto bastante.
Qual foi a melhor viagem (ou passeio) que fez até hoje?
A melhor viagem que fiz até hoje foi a Barcelona. Gostei muito da cidade, da sua cultura e de tudo o que tive oportunidade de conhecer. Foi uma experiência fantástica, sobretudo por a ter partilhado com a minha mulher Patrícia. Destacaria ainda uma outra viagem, que fiz quando era solteiro, na companhia de amigos. Foi uma experiência completamente diferente, mas também muito especial e da qual guardo excelentes recordações.
Sabe o nome do seu médico de família? Há quanto tempo não o vê?
Não faço a mínima ideia do nome do meu médico de família. Felizmente, já não o vejo há bastante tempo e espero continuar assim durante muitos anos, porque isso é sinal de que está tudo bem. Ainda assim, tenho o cuidado de fazer análises todos os anos, para acompanhar o meu estado de saúde e garantir que está tudo em ordem.
Alguma vez deu sangue?
Dou sangue apenas para fazer análises. Não sou dador. Desde pequeno que tenho pavor a agulhas. É quase uma fobia. Tudo o que envolva agulhas é complicado para mim, desde as vacinas e as análises até às consultas no dentista.

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