Recusa e Selectividade Alimentar: quando “não querer comer” é mais do que uma fase

“Só come três coisas.” “Recusa tudo o que é novo.” “Chora só de ver legumes no prato.” Estas frases são comuns entre pais e cuidadores de crianças com comportamento alimentar restrito.
“Só come três coisas.” “Recusa tudo o que é novo.” “Chora só de ver legumes no prato.” Estas frases são comuns entre pais e cuidadores de crianças com comportamento alimentar restrito.
Embora alguma selectividade seja esperada entre os 2 e os 5 anos, há casos em que a recusa alimentar se torna tão intensa e persistente que compromete o crescimento, o bem-estar emocional da criança e a harmonia familiar. Nestes casos, não se trata de “birra” ou “teimosia”. Forçar a criança a comer pode, na verdade, agravar o problema.
A selectividade alimentar pode estar relacionada como processamento sensorial, experiências negativas com a alimentação (engasgos, refluxo), dificuldades na mastigação ou deglutição, ansiedade, atrasos no desenvolvimento ou perturbações do neurodesenvolvimento. Identificar a origem é essencial para uma intervenção eficaz, respeitando o ritmo da criança.
Um dos factores de prevenção mais relevantes é o exemplo da família. As crianças aprendem ao observar: partilhar refeições tranquilas, sem pressas nem distracções, favorece a exposição a novos alimentos e associa a alimentação a momentos positivos.
Se reconhece estes sinais no seu filho, procure apoio. Comer pode voltar a ser um momento de prazer, descoberta e conexão.
Nas clínicas SUKHA dispomos de uma consulta especializada de selectividade alimentar, com intervenção multidisciplinar.
Para além desta valência as clínicas SUKHA dispõem actualmente de consultas de Psicologia, Terapia da Fala, Terapia Ocupacional, Osteopatia, Fisioterapia, Nutrição, Mindfulness e Aconselhamento de Aleitamento Materno.