Cultura | 29-08-2025 12:00

Lisboa e Vale do Tejo é a região mais rica do país em patrimónios da humanidade

Lisboa e Vale do Tejo é a região mais rica do país em patrimónios da humanidade
Presidente da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, Teresa Almeida, ao centro na foto, patrocinou a obra que confirma a região como a que tem os monumentos mais importantes e reconhecidos - foto DR

O Convento de Cristo, em Tomar, recebeu a apresentação de uma nova publicação dedicada ao Património da Humanidade classificado pela UNESCO.

O Convento de Cristo, em Tomar, recebeu a apresentação de uma nova publicação dedicada ao Património da Humanidade classificado pela UNESCO na Região de Lisboa e Vale do Tejo. A iniciativa resultou de uma colaboração entre a CCDR de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT), e a Museus e Monumentos de Portugal (MMP). A obra em edição bilingue, intitulada “Património da Humanidade da Região de Lisboa e Vale do Tejo, destaca os bens classificados pela UNESCO na região: Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, Convento de Cristo, Mosteiro de Alcobaça, Paisagem Cultural de Sintra e Edifícios Reais de Mafra. Com mais de 220 fotografias, a publicação evidencia não só o valor destes sítios, mas também o papel do património cultural na coesão territorial e no desenvolvimento sustentável.
A Região de Lisboa e Vale do Tejo é a mais rica do país em património mundial, reunindo cinco bens classificados pela UNESCO que constituem testemunhos de excepcional valor universal. Estes lugares são não apenas ícones culturais e históricos, mas também recursos para a afirmação da identidade colectiva, o reforço da coesão regional e a projecção internacional de Portugal, refere a instituição em comunicado.
A presidente da CCDR LVT, Teresa Almeida, sublinhou a dimensão cultural e social do património como “uma expressão viva da nossa identidade e um alicerce fundamental para a construção de um futuro mais sustentável e coeso”. Para Teresa Almeida, “o olhar desta publicação para os sítios classificados transmite não apenas o seu valor excepcional, mas também a forma como estes contribuem para a coesão do território e para a projecção internacional do nosso país (…) pois é através deles que reforçamos a ligação entre passado e futuro, entre a herança recebida e a responsabilidade de a transmitir às gerações vindouras.”
O evento contou com intervenções da equipa de design e de fotografia e da autora dos textos, bem como da directora do Convento de Cristo, Andreia Galvão, e da vereadora da Cultura do município de Tomar, Filipa Fernandes, que reforçaram a centralidade deste monumento no panorama cultural e patrimonial do país.

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