Cultura | 30-04-2026 15:00

Escuteiros de Torres Novas e a importância de trabalhar em equipa

Escuteiros de Torres Novas e a importância de trabalhar em equipa
Agrupamento 65 de Torres Novas foi um dos que participou nas comemorações do Dia de São Jorge, o patrono dos escuteiros, em Almeirim - foto O MIRANTE

Entrou aos cinco anos para os escuteiros e, aos 52, Alexandre Carvalho lidera o Agrupamento 65 e continua a acreditar que o escutismo é essencial para as novas gerações.

O escutismo continua a ser uma das formas mais completas de formação de crianças e jovens, não apenas pela ligação à natureza ou pelas actividades ao ar livre, mas porque ensina a decidir, a organizar, a trabalhar em grupo e a assumir compromissos. A opinião é de Alexandre Carvalho, chefe do Agrupamento 65 de Torres Novas do Corpo Nacional de Escutas, que conta actualmente com 137 elementos, onde as crianças e jovens são desafiados a participar activamente na construção das actividades, desde o planeamento até à angariação de fundos.
Esse modelo já levou, por exemplo, um grupo de jovens deste agrupamento do distrito de Santarém a preparar durante um ano uma viagem de nove dias à Noruega. Para o próximo ano está já em marcha outro grande objectivo: levar um grupo até Kandersteg, na Suíça, um dos centros mundiais do escutismo. Mais do que viajar, destaca, trata-se de aprender que os sonhos exigem tempo, preparação e trabalho colectivo. Até porque “há meninos com algumas carências económicas e como não queremos que os pais paguem as actividades, para grande parte delas os grupos fazem campanhas de angariação de fundos para que possam acontecer”.

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