Festa do Pato voltou à Bemposta e quando fez “quack” a bebida foi grátis
Festival intergeracional da Bemposta, no concelho de Abrantes, cumpriu a 12ª edição com música, dança, gastronomia e dezenas de voluntários. A tradição voltou a cumprir-se: quando se ouviu o “quack” do pato pelo recinto, as bebidas foram grátis.
Na Bemposta houve um pato que todos quiseram ouvir. Quando o “quack” ecoou pelo recinto da festa, foi sinal de que tinha chegado um dos momentos mais aguardados da noite: as bebidas passaram a ser grátis. A tradição voltou a cumprir-se em mais uma edição do Bemposta Jovem – Todos Somos Jovens, festival intergeracional e inclusivo que decorreu nos dias 25 e 26 de Setembro, naquela freguesia do concelho de Abrantes. Conhecido também como “Festa do Pato”, o evento chegou à 12ª edição e voltou a juntar música, dança, gastronomia e convívio, numa organização que envolveu dez associações locais. A origem da ideia do pato já se perdeu no tempo e, segundo a organização, deixou de ter um autor para passar a pertencer à própria festa. Ao longo da noite, o pato percorreu o recinto e, quando fez o característico “quack”, deu o sinal para os visitantes irem buscar as bebidas gratuitas.
O espírito comunitário começou muito antes da abertura das portas. Cerca de 70 voluntários, com idades entre os 12 e os 80 anos, estiveram envolvidos na montagem e preparação do recinto. A iniciativa contou ainda com o apoio da Junta de Freguesia da Bemposta e da Câmara de Abrantes. No dia 25, o programa musical abriu às 20h00 com os Sons Lusitanos de Abrantes. A Banda Replika subiu ao palco às 21h30 e os Cromos da Noite asseguraram a animação a partir das 00h30. No dia seguinte, a festa recomeçou às 18h00 com o Grupo de Danças da Escola E.F.C. de Ponte de Sor. A Banda Elytte actuou às 21h30 e Dani Vita entrou em cena já pela madrugada, às 01h00. Além da música e da dança, a gastronomia também teve lugar de destaque. O recinto contou com serviço de bar e refeições, onde não faltaram as tradicionais filhós e, como manda a Festa do Pato, o arroz de pato, preparado durante a tarde pelos próprios voluntários.


