Desporto | 24-02-2022 18:00

Rui Ferreira é um dos pilotos mais velhos do todo-o-terreno

Rui Ferreira vive no concelho de Salvaterra de Magos e tem um palmarés invejável

Tem 57 anos e é um dos pilotos mais velhos a competir no mundial de bajas todo-o-terreno e o mais velho a competir no campeonato nacional, na classe de motas. Rui Ferreira foi duas vezes vice-campeão do mundo, em 2020 e 2021.

Rui Ferreira, residente no Granho, concelho de Salvaterra de Magos, começou por conduzir motas no seu dia a dia, para se deslocar para o trabalho, mas sempre em estrada. Depois de ter dividido os lucros da sua empresa com o sócio, resolveu comprar uma mota de todo-o-terreno para passear fora das estradas de alcatrão. A competição surgiu quando viu as inscrições para a Baja de Portalegre, o expoente máximo do todo-o-terreno em Portugal, em 1996. “Fiquei no meio da tabela, e pensei que podia conseguir mais e melhor se me empenhasse”, explica. O bichinho da competição instalou-se e já conta mais de 20 anos a acelerar. Aos 35 anos participou pela primeira vez no campeonato nacional de todo-o-terreno, no escalão de veteranos, onde se cimentou como um dos melhores pilotos da categoria. 

Apesar de um palmarés invejável, Rui Ferreira queixa-se do pouco reconhecimento que tem tido, especialmente a nível local. Residente no Granho, uma das terras com mais tradição nos desportos motorizados, nomeadamente no motocross, não usufrui de qualquer apoio das autarquias, por não fazer parte de uma associação local. “Os apoios eram uma grande ajuda”, afirma o vice-campeão mundial de bajas todo-o-terreno em motos, acrescentando que nunca levou sequer “uma palmadinha nas costas” por ter conquistado pódios internacionais. 

*Notícia desenvolvida na edição semanal em papel desta quinta-feira

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