Desporto | 06-01-2023 21:00

São Silvestre Pirata em Alverca pôs centena e meia a correr com fins solidários

São Silvestre Pirata em Alverca pôs centena e meia a correr com fins solidários
A edição deste ano da São Silvestre Pirata levou 153 participantes a percorrer as ruas de Alverca

Manda a tradição que o último treino do ano dos Alverca Urban Runners seja feito em jeito de São Silvestre pelas ruas da cidade com o objectivo de ajudar associações da terra. Todos os anos há mais gente a participar, faça bom ou mau tempo.

Correr traz um conjunto de benefícios a nível físico e mental, mas com a companhia certa os benefícios são ainda maiores. A convicção é de Sara Barata, Pedro Ferreira e Rui Melão, três participantes que O MIRANTE encontrou na sexta edição da São Silvestre Pirata organizada pelos Alverca Urban Runners na noite de quinta-feira, 29 de Dezembro. Tem sido tradição que o último treino do ano dos Alverca Urban Runners seja feito em jeito de São Silvestre. E porquê o nome pirata? “Porque não somos uma prova oficial, o evento é apenas um treino informal onde são convidados todos os nossos amigos”, explica Paulo Lopes, presidente da associação. Além do convívio, o evento serve também para angariar receitas e bens para associações da cidade, este ano para os Bombeiros Voluntários de Alverca e Associação para a Integração de Pessoas com Necessidades Especiais (AIPNE).
A participar desde a primeira edição, Sara Barata, 45 anos, admite que antes de começar a correr com os Alverca Urban Runners a sua vida dividia-se entre trabalho e casa, não tendo muitas oportunidades de fazer novos amigos. “Se for correr sozinha não consigo correr dois quilómetros seguidos, mas correndo com companhia consigo fazer 15 quilómetros. O incentivo é mesmo algo muito engraçado, juntamo-nos por convívio e por amizade”, explica a O MIRANTE.
Já Pedro Ferreira, 49 anos, membro da direcção dos Alverca Urban Runners, explica que a corrida é algo que primeiro se estranha mas depois não se consegue largar. Ele próprio trocou o vício do tabaco pela corrida há seis anos e não voltou atrás. Minutos antes de começar a corrida, Rui Melão, 58 anos, de Castanheira do Ribatejo, explica ter decidido que tinha que começar a cuidar da saúde e apostar no exercício físico. “Queria perder peso e começar a tomar conta da minha saúde e ser mais saudável. Hoje já faz parte do meu dia-a-dia ir dar a minha voltinha”, confessa.
A sexta edição da São Silvestre Pirata partiu do Pavilhão Municipal de Alverca do Ribatejo e contou com 153 participantes inscritos, um número que tem vindo a crescer ao longo dos anos. Foram percorridos 10 quilómetros em corrida e cinco quilómetros de caminhada. A São Silvestre Pirata tem também o objectivo de juntar a comunidade num momento de convívio, muita diversão e descontracção e onde não faltaram os bolos rei e bebidas.

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