Desporto | 08-10-2023 18:00

Santarém Ladies Open é imagem do dinamismo do Clube de Ténis de Santarém

Santarém Ladies Open é imagem do dinamismo do Clube de Ténis de Santarém
Presidente do Clube de Ténis de Santarém, Élio Cunha (de camisa branca), com as vencedoras do Santarém Ladies Open e com atletas do clube

A sétima edição do torneio internacional de ténis feminino de Santarém decorreu numa altura em que a colectividade organizadora celebrou 40 anos ao serviço da modalidade. Com 150 praticantes, divididos entre o ténis e o padel, o Clube de Ténis de Santarém quer continuar a ser uma referência.

A sétima edição do Santarém Ladies Open terminou no dia 1 de Outubro com a vitória da tenista espanhola Eva Guerrero Alvarez na categoria de singulares e da dupla-norte americana Dalayna Hewitt e Madison Sieg na categoria de pares. O torneio coincidiu com o 40º aniversário do Clube de Ténis de Santarém (CTS), entidade organizadora do evento internacional de ténis feminino e O MIRANTE aproveitou para conversar com Élio Cunha, presidente do clube, sobre os desafios de organizar uma competição internacional e também sobre a história de um clube que já viu atletas seus serem campeões nacionais.
Segundo Élio Cunha, o torneio tem vindo a ter, ao longo dos últimos anos, uma dinâmica interessante. O Santarém Ladies Open está integrado num circuito que começou a ser delineado com a Federação Portuguesa de Ténis, explica o dirigente que começou a praticar tardiamente a modalidade de ténis, aos 34 anos, mas sempre gostou de assistir às transmissões televisivas dos jogos.
Durante o torneio as atletas ficam alojadas em apartamentos e hotéis da cidade. Os atletas do CTS participam como voluntários desempenhando o papel de apanha-bolas e outras funções, podendo testemunhar ao vivo a intensidade de uma competição profissional. “Há aqui uma envolvência não só da parte internacional propriamente dita do torneio, que traz algum prestígio a Santarém e que reúne aqui mais de 64 atletas, como há também esta questão relacionada com os nossos jogadores que absorvem e vêem de muito perto como se joga ténis a um nível mais alto”, declara Élio Cunha.
Falando sobre os diferentes elementos envolvidos na organização do torneio, o dirigente refere que este é composto por um núcleo de árbitros, supervisionado por Paulo Cardoso. O núcleo tem uma equipa de 14 árbitros, todos eles portugueses. O torneio conta também com a colaboração de treinadores e dirigentes, tal como o vice-presidente Manuel Costa Matos e o tesoureiro do clube André Leite. Para levar a competição avante, o clube conta ainda com o apoio da Federação Portuguesa de Ténis, da Câmara Municipal de Santarém e de diversos patrocinadores.
O CTS conta actualmente com 100 praticantes de ténis e de 50 de padel, uma modalidade mais recente e que tem tido boa adesão. “De 2007 para cá imprimimos uma noção de ténis de qualidade”, afirma Élio Cunha, ressalvando que “é difícil fazer campeões” pois trata-se de um investimento avultado. Atletas sub-12 do clube já atingiram o feito de campeões nacionais de ténis. O dirigente refere também a jogadora Carminho Ribeiro que se sagrou campeã nacional no escalão sub-14. “Há uns anos tínhamos Caldas da Rainha e Leiria como as referências e hoje em dia o Clube de Ténis de Santarém mete-se ali pelo meio”, refere o actual dirigente para sublinhar a evolução.
O Clube de Ténis de Santarém celebrou no dia 23 de Setembro o seu 40º aniversário, numa comemoração onde estiveram presentes, para além do actual presidente, outros quatro antigos dirigentes, entre eles José Cunha, que inaugurou o Complexo actualmente utilizado pelo clube em 2002.

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