Direitos Humanos | 03-02-2024 14:26

Indústrias dos combustíveis fósseis e da petroquímica em Houston e Louisiana espalham a morte com poluição

Indústrias dos combustíveis fósseis e da petroquímica em Houston e Louisiana espalham a morte com poluição
© AFP/Getty Images

Novos relatórios da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch expõem o efeito devastador que as indústrias dos combustíveis fósseis e da petroquímica estão a provocar nas comunidades de Houston e do Louisiana, expondo os residentes a riscos elevados de cancro, doenças respiratórias e malefícios na saúde materna, reprodutiva e dos recém-nascidos. Dois minutos para os direitos humanos é uma parceria entre O MIRANTE e a Amnistia Internacional

1. Myanmar
Os militares de Myanmar continuam a importar combustível de aviação após a imposição de sanções em resposta aos ataques aéreos que mataram e feriram civis. A análise de dados de transporte marítimo, satélite, comércio e alfândega feita pela Amnistia Internacional revela mudanças na forma como o combustível de aviação entrou em Myanmar no ano passado, com os militares a usar novas rotas e a contar com unidades de armazenamento externas para ofuscar a origem do combustível.

2. Israel / TPO
A decisão de, pelo menos, nove países doadores de suspenderem o financiamento da Agência das Nações Unidas de Apoio aos Refugiados da Palestina no Médio Oriente (UNRWA), na sequência de alegações de que alguns membros da sua equipa estariam envolvidos nos ataques de 7 de outubro no sul de Israel, será um golpe devastador para mais de dois milhões de refugiados na Faixa de Gaza. A Amnistia Internacional lembra que, para estas pessoas, a UNRWA é a única tábua de salvação.

3. Estados Unidos
Novos relatórios da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch expõem o efeito devastador que as indústrias dos combustíveis fósseis e da petroquímica estão a provocar nas comunidades de Houston e do Louisiana, expondo os residentes a riscos elevados de cancro, doenças respiratórias e malefícios na saúde materna, reprodutiva e dos recém-nascidos. As comunidades afetadas são pobres e racializadas, não tendo, muitas vezes, acesso aos cuidados de saúde de que necessitam.

4. Bielorrússia
No dia 23 de janeiro, de acordo com o Centro de Direitos Humanos de Viasna, as autoridades bielorrussas fizeram uma rusga às casas de cerca de 160 pessoas, principalmente familiares de pessoas presas por razões políticas. Algumas foram detidas, outras foram revistadas e libertadas mais tarde. A Amnistia Internacional apela a que todas as pessoas detidas e presas arbitrariamente, apenas pelo seu ativismo político pacífico, sejam imediatamente libertadas.

5. Arábia Saudita
Após revisão do historial da Arábia Saudita em matéria de direitos humanos, o relatório do Grupo de Trabalho do Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o país deve servir de referência para as medidas que as autoridades sauditas devem tomar em conformidade com o direito internacional em matéria de direitos humanos. Entre as principais preocupações estão o direito à liberdade de expressão, a abolição da pena de morte e a proteção dos direitos das mulheres.

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