Direitos Humanos | 17-11-2024 16:16

Embaixada da Arábia Saudita em Lisboa recusou-se a receber 11600 assinaturas recolhidas pela Amnistia Portugal

Embaixada da Arábia Saudita em Lisboa recusou-se a receber 11600 assinaturas recolhidas pela Amnistia Portugal
© Rami Gzon.

No Haiti e no mundo em geral as crianças são as primeiras vítimas dos regimes fascistas que querem manter o poder a qualquer preço. Dois minutos para os direitos humanos é uma parceria entre O MIRANTE e a Amnistia Internacional.

Faixa de Gaza

Uma série de ataques israelitas em toda a Faixa de Gaza ocupada, matando centenas de pessoas, incluindo muitas crianças e mulheres, assinalaram o fim unilateral do cessar-fogo com o Hamas. “Israel retomou descaradamente a sua devastadora campanha de bombardeamento em Gaza”, disse a secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard. “O genocídio de Israel e os seus ataques aéreos ilegais já causaram um sofrimento humanitário sem precedentes em Gaza. Voltámos à estaca zero”.

Arábia Saudita

A Embaixada da Arábia Saudita em Lisboa recusou-se a receber as mais de 11600 assinaturas recolhidas pela Amnistia Portugal a exigir a libertação de Manahel al-Otaibi, de 30 anos, detida na Arábia Saudita e condenada a onze anos de prisão por promover os direitos das mulheres no seu país e não usar a abaya em lugares públicos. A Amnistia Internacional tem apelado às autoridades para revelarem o paradeiro de Manahel, desaparecida à força na prisão desde 15 de dezembro de 2024.

Moçambique

Tiroteios relatados nas últimas semanas contra apoiantes da oposição vieram sublinhar a necessidade urgente de investigações. Estes incidentes fazem temer um regresso à repressão em larga escala dos protestos que se seguiram às eleições de 2024, e refletem a impunidade que existe no país. O Presidente Daniel Chapo deve defender os apelos à responsabilização e usar a sua autoridade para acabar com a repressão dos protestos e levar os suspeitos a tribunal.

Síria

As autoridades da Síria “têm de agir rapidamente para garantir a proteção dos civis nos combates em curso ou futuros e para evitar mais mortes ilícitas e outras violações”, afirmou a diretora regional da Amnistia Internacional, Heba Morayef, em resposta às notícias de que centenas de civis, na sua maioria da minoria alauita, foram mortos nas zonas costeiras do país. O Governo sírio tem a obrigação de defender os direitos humanos de todos os que vivem no país.

Global

No mês da Mulher, a secretária-geral da Amnistia Internacional, Agnès Callamard, sublinhou que a importância destas datas não pode ser subestimada. “Já não é só tratar de assuntos inacabados na frente da justiça de género, mas de nos prepararmos para resistir à regressão ativa e a um ataque crescente aos nossos direitos”, afirmou. “A violência contra as mulheres e raparigas continua a ameaçar a sua segurança, a sua felicidade e a sua própria existência de múltiplas formas”.

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