Sociedade | 21-01-2024

Moradores queixam-se dos maus cheiros de loja fechada há décadas com material no interior

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Moradores queixam-se dos maus cheiros de loja fechada há décadas com material no interior

Jéssica Zanotim e Jaime Pereira alertam para os maus cheiros que sentidos naquela rua e na entrada do prédio

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Moradores queixam-se dos maus cheiros de loja fechada há décadas com material no interior

Problema arrasta-se há anos e os moradores querem uma solução definitiva para os maus cheiros provenientes de uma loja devoluta e com material no seu interior, em Castanheira do Ribatejo.

Os moradores do prédio número 27 da Rua da Cevadeira, em Castanheira do Ribatejo, queixam-se de cheiros nauseabundos provenientes de uma antiga loja de mobiliário e electrodomésticos situada no rés-do-chão do edifício, que está devoluta há décadas com material no interior. Um munícipe já expôs o caso à Câmara de Vila Franca de Xira, numa tentativa de se identificar os proprietários da loja e se proceder à limpeza do espaço.

Jéssica Zanotim reside há dois anos e meio naquele edifício e assegura que os maus cheiros são diários, independentemente de fazer frio ou calor. “É indiferente, o cheiro é horrível e não falha, está aí sempre. Tem dias que fica um certo tempo, noutros sente-se o dia todo”, refere a moradora criticando o facto de os proprietários, ou alguma entidade que os possa substituir, nunca se terem preocupado em fazer a limpeza do espaço.

Quem alertou os serviços municipais foi Jaime Pereira, um morador que garante que aquela loja está encerrada há mais de 30 anos. “Nunca ninguém quis saber, agora é só porcaria aqui dentro”, diz o cidadão enquanto espreita por uma das vidraças da loja de onde é possível ver peças de mobiliário, electrodomésticos e dejectos de animais - aparentemente roedores - no chão. Do lado de fora, os cadeados enferrujados a fechar as portas fazem prova do tempo em que não são abertas. “Nunca aqui se viu ninguém”, sublinha Jaime Pereira.

Contactada por O MIRANTE a Câmara de Vila Franca de Xira refere, em comunicação enviada já depois do fecho da edição de 18 de Janeiro, informa que já foi realizada uma fiscalização municipal ao local e notificada a proprietária para proceder à limpeza e reparação das janelas que se encontram danificadas. “O prazo para que esses procedimentos sejam realizados por parte da proprietária decorre até ao final de Janeiro de 2024”, acrescenta o município.

O edifício onde moram cerca de uma dezena de famílias está a necessitar de obras, nomeadamente de pintura exterior, mais uma razão, referem, para se apurar quem tem a posse daquela loja que ocupa todo o rés-do-chão.

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