Economia | 07-03-2024 09:24

Crise na Nersant obriga a convocação de assembleia geral extraordinária

Pedroso Leal, actual presidente (à dir.) com o antecessor Domingos Chambel
Pedroso Leal herdou um presente envenenado de Domingos Chambel e não está a conseguir recuperar o tempo perdido e a confiança da banca. Em algumas situações, em vez de resolver os conflitos que Domingos Chambel criou na sua gestão, está a seguir a mesma postura arrogante do seu antecessor.

Nersant está sem condições para aceder ao crédito bancário e gestão da associação corre o risco de depender de favores do poder político de Torres Novas. Pedroso Leal tem dado uma no cravo e outra na ferradura. Diz que a Nersant é de todos os associados mas com algumas empresas e colegas de direcção, com quem Domingos Chambel entrou em conflito, mantém e alimenta as brigas.

A crise financeira provocada pelos três anos de gestão do empresário de Abrantes, Domingos Chambel, à frente da direcção da Nersant, está a começar a ser um sinal de alarme na Associação. A nova direcção, dirigida por Pedroso Leal, eleito por apenas 80 votos nas eleições de 21 de Agosto de 2023, acaba de convocar os associados para uma assembleia geral cuja ordem de trabalhos é a prova da irresponsabilidade dos últimos anos de presidência de Chambel. Pedroso Leal e a sua direcção querem discutir com os associados a “ Análise da difícil situação financeira da NERSANT” e ; “ Decisão sobre eventuais medidas EXCEPCIONAIS face à atual situação financeira da NERSANT”.

Na carta em que segue a convocatória dirigida aos associados, a direcção começa por reconhecer que a assembleia é convocada face à “situação financeira difícil que a associação atravessa”. A assembleia está marcada para dia 20 de Março às 17 horas.


Pedroso Leal não soube ler e tirar conclusões do número de votantes da última assembleia geral que deveria ter sido na ordem das três centenas, mas só oitenta é que votaram a favor da lista única ao acto eleitoral. Os estatutos da Nersant não prevêem votos contra, pelo que a grande maioria dos associados ou se absteve ou anulou o voto.


Pedroso Leal tem tentado apresentar trabalho mas aparentemente está nas mãos de Domingos Chambel que, de forma irresponsável, geriu a Nersant durante três anos, e em vez de trabalhar financiou a associação com dinheiro do seu próprio bolso, zangou-se com toda a gente, inclusive os seus colegas de direcção, e chegou a proibir a comunicação social, nomeadamente O MIRANTE, de assistir a uma conferência de imprensa onde foi desmentir aquilo que era uma evidência, que era a má relação com o Diretor Executivo e as dificuldades financeiras e a falta de crédito da banca.

Entretanto, Pedroso Leal não parece ter dado pelo facto de a Associação estar à deriva e das consequências da má gestão de Domingos Chambel. A direcção de Pedroso Leal Leal está a pedir a alguns associados que voltem a pagar as quotas, e a outros está a tentar afastar com esquemas parecidos com os de Domingos Chambel, o que não abona nada a seu favor nem ao que se esperava dele. O MIRANTE tem falado com alguns associados que se desligaram e perderam a esperança de ver a Nersant ao nível daquilo que já foi, mas a convicção generalizada é de que Pedroso Leal não soube ler e tirar conclusões do número de votantes da última assembelia geral que deverão ter sido na ordem das três centenas mas só oitenta é que votaram a favor da lista única ao acto eleitoral. Os estatutos da Nersant não prevêem votos contra, pelo que a grande maioria dos associados ou se absteve ou anulou o voto.

Notícia mais desenvolvida na próxima edição de O MIRANTE

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