Mais de 200 entidades assinam pacto para a economia circular no Centro
Mais de 200 entidades da região Centro formalizaram a adesão ao Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa da CCDR Centro que entra na sua terceira edição e regista o maior número de subscritores desde a sua criação.
Mais de duas centenas de entidades da região Centro formalizam na quarta-feira, 22 de Janeiro, em Condeixa-a-Nova, a adesão ao Pacto para a Economia Circular no Centro, uma iniciativa promovida pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro). O pacto entra na sua terceira edição, referente ao período 2026/2027, registando o número mais elevado de sempre de entidades subscritoras. No total, são 202 entidades que assumem o compromisso de desenvolver acções no âmbito da economia circular. Em comparação, a primeira edição, em 2019/2020, contou com 86 adesões, enquanto a segunda, em 2023-2025, reuniu cerca de uma centena.
Entre os subscritores encontram-se empresas, associações empresariais, instituições de ensino superior, comunidades intermunicipais, câmaras municipais, juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social e associações de desenvolvimento local, abrangendo a totalidade da região Centro.
A região de Coimbra destaca-se nesta edição com 61 entidades aderentes, seguida da Região de Aveiro, com 32, e das Beiras e Serra da Estrela, com 24. A Beira Baixa, o Oeste e a Região de Leiria registam 16 entidades cada. O Médio Tejo conta com 15 e Viseu Dão Lafões com 12. A estas juntam-se ainda 10 entidades externas à região Centro, que se comprometeram a desenvolver projectos de economia circular neste território. Durante a vigência do pacto, cada entidade signatária compromete-se a implementar pelo menos uma acção de economia circular, integrada numa das comunidades de prática definidas, que incluem investigação científica e tecnológica, digitalização, compras públicas circulares, consumo responsável, educação e capacitação, produção sustentável e economia urbana circular.
A presidente da CCDR Centro, Isabel Damasceno, sublinha que esta renovação representa “um compromisso colectivo alinhado com as prioridades regionais, nacionais e europeias para a transição ecológica”, destacando ainda a aposta numa governação colaborativa entre entidades públicas, privadas e da economia social. Segundo a responsável, os resultados das edições anteriores reflectem “a maturidade crescente da região” no domínio da economia circular.


