Economia | 23-05-2026 15:00

Varredora paga mas quase parada por falta de operadores na Golegã

Varredora paga mas quase parada por falta de operadores na Golegã

A falta de trabalhadores habilitados está a limitar o funcionamento da varredora mecânica da Câmara da Golegã, apesar de o município continuar a pagar a prestação de serviços associada ao equipamento.

A falta de trabalhadores habilitados está a limitar o funcionamento da varredora mecânica da Câmara da Golegã, apesar de o município continuar a pagar a prestação de serviços associada ao equipamento. A situação foi levantada pela vereadora Ana Caixinha, do PS, na reunião do executivo, depois de o presidente da câmara ter afirmado, na assembleia municipal, que o município “não tem varredora”. A eleita recordou que o serviço foi contratado em Outubro de 2025 e que os pagamentos mensais à empresa responsável continuam a ser efectuados.
António Camilo esclareceu que a máquina existe, mas que a autarquia não dispõe, neste momento, de operadores disponíveis e habilitados para a conduzir. “Temos varredora e não temos técnico”, afirmou o presidente da câmara, explicando que os trabalhadores municipais com capacidade para manobrar equipamentos pesados já estão afectos a outros serviços. Apesar das limitações, o executivo garantiu que a varredora já realizou algumas intervenções recentes nas freguesias da Azinhaga e do Pombalinho. A falta de operadores, contudo, continua a impedir uma utilização regular do equipamento, deixando em aberto a eficácia de um serviço que está contratado e a ser pago pelo município.

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