Habyta fornece e instala construções modulares em madeira
Empresa de Paulo Amoedo e Carlos Caldeira, acompanha os clientes na adaptação dos modelos, no licenciamento e na coordenação das especialidades envolvidas na concretização da obra.
A Habyta, empresa portuguesa especializada em arquitectura e construção modular em madeira, fornece e instala casas, escritórios, estúdios, anexos, garagens, espaços de apoio, saunas e outras estruturas modulares. Também acompanha os clientes na adaptação dos modelos, no projecto, no licenciamento e na coordenação das diferentes especialidades necessárias à concretização da obra. Com sede no concelho de Azambuja, trabalha com sistemas fabricados de forma controlada e posteriormente montados no local escolhido, o que lhe permite reduzir os tempos de execução, controlar melhor os custos e minimizar o desperdício em obra.
Paulo Amoedo, gerente da Habyta e responsável pela gestão e coordenação dos projectos, diz que uma construção em madeira também tem que cumprir as regras aplicáveis à construção e à habitação e daí o apoio dado aos clientes.
“Nem sempre é possível concretizar exactamente a primeira ideia apresentada pelo cliente. Nesses casos, procuramos adaptar o projecto e encontrar uma solução tecnicamente correcta e financeiramente equilibrada. Preferimos ser transparentes desde o início, em vez de criar expectativas que depois não conseguimos cumprir”, explica.
A Habyta, marca comercial da Pedrasaosaltos Unip. Ldª, tem desenvolvido a maior parte da sua actividade em Portugal Continental, com maior incidência nas regiões de Lisboa, Santarém e Setúbal. No entanto, pode fornecer e montar estruturas noutras zonas do país, analisando previamente as condições de transporte, acesso e instalação.
O gerente refere que a empresa tem conseguido responder à maioria dos pedidos, mas refere que existe alguma falta de informação sobre aquele tipo de construção, e que muitas pessoas acreditam que uma casa modular pode ser instalada em qualquer terreno e sem licenciamento, o que não corresponde à realidade.
“A demora de alguns processos administrativos, as diferenças de interpretação entre municípios, o custo dos materiais e a necessidade de coordenar várias especialidades são desafios importantes”, explica, defendendo que seria vantajoso existir maior uniformização dos procedimentos, prazos de decisão mais previsíveis e orientações mais claras para os sistemas construtivos industrializados e modulares. Quanto à construção em madeira diz que é errado ser considerada como uma solução temporária ou de menor qualidade. “Quando correctamente projectada e executada, ela pode oferecer excelentes condições de durabilidade, conforto térmico, eficiência e qualidade arquitectónica”, explica.
Paulo Amoedo tem um percurso profissional ligado à construção civil, à direcção e coordenação de obras e à gestão de projectos, enquanto técnico superior em Engenharia e Arquitectura, e lidera uma pequena equipa de profissionais especializados nas diferentes áreas necessárias à execução dos projectos da Habyta.


