Novo aeroporto leva Benavente a projectar pólo empresarial com negócios acima dos 100 milhões
A autarquia estima que, depois de consolidada a ocupação do espaço, as empresas instaladas possam gerar um volume de negócios agregado superior a 100 milhões de euros em cada mandato autárquico.
A Câmara de Benavente quer desenvolver um pólo empresarial com cerca de 32 hectares associado ao futuro Aeroporto Luís de Camões, numa área destinada à instalação de actividades económicas consideradas estratégicas para o concelho.
O espaço integra a Unidade Operativa de Planeamento e Gestão (UOPG) 4 e será distribuído por três unidades de execução nas zonas do Carrascal, Carrascal e Foros e Vale de Gaio.
Segundo o município, a construção do futuro aeroporto deverá aumentar a procura por terrenos destinados a indústria, logística, tecnologia, serviços empresariais e actividades de apoio à operação aeroportuária.
A autarquia revelou ainda que existe uma empresa de grande dimensão, ligada ao sector dos biocombustíveis, em processo de instalação, além de contactos e manifestações de interesse nas áreas tecnológica, científica, da indústria da defesa e dos serviços.
O município não avança, para já, com uma estimativa dos postos de trabalho a criar, mas admite impactos noutros sectores, como construção, transportes, manutenção, engenharia, comércio, restauração, formação e alojamento.
O processo de execução da UOPG 4 decorre até 18 de Dezembro de 2028, podendo ser prolongado por mais um ano.


