Especiais | 19-10-2023 21:30

Rodoviária do Tejo S.A. é essencial para o desenvolvimento social e económico da região

Rodoviária do Tejo S.A. é essencial para o desenvolvimento social e económico da região
MELHORES EMPRESAS PARA TRABALHAR
Sónia Ferreira é a administradora da Rodoviária do Tejo S.A., criada a 31 de Janeiro de 1991 e com sede em Torres Novas

Administradora Sónia Ferreira diz que, apesar dos constrangimentos, a empresa continua a ser uma referência para as populações que serve.

A Rodoviária do Tejo, S.A., com sede em Torres Novas, criada em 31 de Janeiro de 1991, foi privatizada em 16 de Novembro de 1993. Actualmente tem como acionistas o Grupo Barraqueiro e a empresa Internorte - Transportes Internacionais Rodoviários do Norte, Lda.
Com origem na empresa Claras, fundada em Torres Novas que, desde o século XIX, tinha como actividade o transporte de passageiros, opera actualmente nos segmentos de Transporte Público Regular; Alugueres Ocasionais e de Turismo; Serviço de Expresso e Carreiras Regulares Internacionais.
Tem clientes institucionais e clientes individuais – passageiros. A nível institucional trabalha com diversas empresas e com organismos públicos, de onde se destacam os que têm a responsabilidade de garantir o serviço público de transporte que satisfaça as necessidades das populações (comunidades intermunicipais e câmaras municipais).
Pelo trabalho que desenvolve e pela sua longa história é uma empresa de referência na região e no sector que sempre contribuiu para o desenvolvimento da sociedade e para a economia das regiões onde opera.
A administradora Sónia Ferreira diz que a empresa, actualmente com 770 trabalhadores, tem tido dificuldade na contratação de pessoal, principalmente para as funções de motorista e para a área oficinal apesar da melhoria nas condições remuneratórias e das condições de trabalho; da atribuição de outros benefícios e regalias, como por exemplo um seguro de saúde e de pagar sempre a tempo e horas cumprindo escrupulosamente todos os seus compromissos.
Outros constrangimentos recentes resultaram da pandemia de Covid-19 que obrigou a empresa reduzir a drasticamente a actividade e do enorme aumento de custo dos combustíveis.
A esses, somam-se as dificuldades de obtenção junto das autoridades das compensações previstas na lei pelo serviço público deficitário; a dificuldade em encontrar no mercado os autocarros de que necessita; os prazos de entrega dos componentes; a legislação laboral não adequada às especificidades do sector.
Não menos importante, segundo a administradora, é de salientar a alteração do modelo do funcionamento de mercado do sector, em que toda a rede de serviço público passou a estar sob a forma de concursos públicos, alguns dos quais, sublinha, "feitos sem o conhecimento adequado da realidade, não acautelando a necessária sustentabilidade económica e financeira", explica Sónia Ferreira.
Com a sua actividade focada na satisfação dos seus clientes e numa gestão criteriosa dos seus recursos humanos e materiais com vista à competitividade e sustentabilidade económica, social e ambiental, a empresa está certificada pelas normas ISO 9001:2015; 45001:2019 e 14001:2015, possuindo assim um Sistema Integrado de Gestão de Qualidade, Ambiente e Segurança. Concretamente, em matéria de consumo de energia a empresa está a investir significativamente na renovação da sua frota com viaturas de tecnologia EURO6 e com viaturas totalmente eléctricas.

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