Especiais | 15-06-2024 15:00

“Ambiente tranquilo de Alhandra propicia a convivência entre as pessoas”

“Ambiente tranquilo de Alhandra propicia a convivência entre as pessoas”
ESPECIAL ALHANDRA
José Serrano é agente técnico funerário e um rosto conhecido de Alhandra

José Serrano da Agência Funerária Serrano e Nunes, gostaria que as taxas dos funerais fossem mais baixas e que os subsídios de funeral fossem pagos mais rapidamente.

José Serrano aprecia o ambiente que se vive em localidades como Alhandra ou Sobralinho e explica porquê: “Apesar de localizadas em áreas urbanas, são locais que preservam qualidades de terras de província. Existe um clima de convivência entre a população, que não há noutras localidades, mesmo aqui na zona e sente-se que é algo que as pessoas fazem questão de manter. Isso é uma mais valia para nos sentirmos bem por cá”.
O Agente Técnico Funerário da Agência Funerária Serrano e Nunes Ldª, com sede no Sobralinho, sublinha também que, de uma maneira geral, a população é composta por pessoas boas e de trabalho e que, morando em Alhandra há uns anos, se sente isso muito bem.
Realça ainda o facto de considerar Alhandra a terra mais virada para o Tejo, na zona entre Carregado e Alverca do Ribatejo. “É muito gratificante termos um passadiço junto ao rio. E os cafés e restaurantes dão muita alma à terra. A simplicidade de Alhandra diz tudo !”
Quanto às festas de Alhandra realça o facto de mostrarem as tradições e costumes e lembra que a falta das mesmas foi particularmente sentida durante os anos de confinamento obrigatório devido à pandemia de Covid-19. Acrescenta que a agência costuma apoiar associações quando as mesmas o solicitam, nomeadamente o Vespa Clube de Alhandra.
José Serrano teve outras profissões antes de decidir, já lá vão quinze anos, ser agente funerário e sublinha a importância do que faz. “Trabalho desde os dezasseis anos. Se não fosse agente funerário gostaria de ser psicólogo e ainda não desisti de tirar o curso mesmo que não venha a exercer. Mas estou bem a fazer o que faço. Acompanhamos momentos difíceis de muitas pessoas. De familiares dos falecidos. Temos que ter sensibilidade e ser profissionais ao mesmo tempo”.
Um dos assuntos ligados ao seu ramo que gostaria de ver resolvido é o das taxas que se pagam nas juntas de freguesia e câmaras municipais que, defende, poderiam ser mais baixas. Um outro diz respeito ao tempo que a segurança social demora a pagar às famílias o subsídio de funeral.

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