Especiais | 17-06-2024 21:00

“Relativizar problemas sem alimentar a dor porque basta pouco para sermos felizes”

“Relativizar problemas sem alimentar a dor porque basta pouco para sermos felizes”
ESPECIAL ALMEIRIM
Liliana Alexandre da Silva

Liliana Alexandre da Silva é a responsável pela Terra de Aromas - Clínica de terapêuticas não convencionais em Almeirim.

Em Almeirim, na Terra de Aromas - Clínica de terapêuticas não convencionais, são disponibilizados tratamentos de acupunctura, massagem tuina, ventosaterapia, terapia termo-auricular e reflexologia podal.
A responsável, Liliana Alexandre da Silva, explica que, antes do início de cada tratamento, a pessoa é avaliada em consulta para que lhe seja indicado o que melhor se adequa à patologia que apresenta. A Terra de Aromas fica no nº 1 da Rua Marquesa de Alorna.
Sobre a sua actividade, Liliana Alexandre da Silva lamenta que ainda haja um longo caminho a percorrer, fruto de algum desconhecimento e desacreditação por parte de quem manda. Mas acrescenta que a forma leviana como algumas pessoas entram na actividade também contribui para isso.
“Há colegas que estão a denegrir a imagem da nossa profissão quando a exercem de forma “leviana”, sem a devida cédula profissional, sem os devidos registos dos locais onde exercem, levando a que seja mais difícil conseguirmos que quem de direito nos veja como profissionais que só pretendem o bem estar do paciente com diminuição de custos na saúde”, refere.
Setubalense mas com raízes em Mação, lamenta que ainda não tenha sido feita a ligação do IC3 entre Almeirim e o Nó da Atalaia da A23. “Embora não goste de falar de política, tenho de falar pois este para mim é o projecto mais importante para todo o desenvolvimento da região. Confesso que quando vim viver para o Ribatejo foi com esta visão de fundo e, o que é certo é que em 18 anos continua tudo na gaveta”, lamenta.
Para a proprietária da Terra de Aromas, as festas da cidade, que, este ano, decorrem entre 15 e 23 de Junho, são um local de encontro e de convívio. E explica que, por vezes também lá vai, como muitos outros pais, para acompanhar os filhos, quando estes querem estar com os amigos da escola e aproveitarem para ver/ouvir determinado artista”.
Sobre a possibilidade de haver entradas pagas em concertos de alguns artistas, como acontece noutras cidades, diz que não faz sentido em Almeirim. “Para mim, as festas em qualquer que seja a cidade, não deveriam de cobrar entrada para ver artistas pois já existe consumo de restauração, de artesanato e só levaria a que existisse menos adesão. Mas esta é a opinião de quem não liga a concertos mas sim a convívio”, explica.
Para quem a ler, a mensagem que gostaria de deixar é simples. “Pensemos em relativizar problemas arranjando soluções e não alimentando ‘a dor’. Aproveite o que a vida tem para oferecer. Basta pouco para sermos felizes. Sinta os Aromas da Terra e Siga a Vida”.

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