Especiais | 05-03-2026

Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

1 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Sara Caetano, José Cunha, Teresa Manhoso, Miguel Carrinho, Vitor Abaladas, Sónia Sanfona, Rui Rosa e as crianças Beatriz Gomes, Matilde Inocêncio, Francisca Ribeiro, Simão Ramos e Duarte Ramos

2 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Mariana Lopes, António Simões, Carla Sousa, Ana Vicente, José Guido, João Tenreiro, Célia Bonet e Nelson Cunha

3 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Ana Varejão e elementos da Associação de Ginástica de Santarém, com João Leite e Paula Borrego

4 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Mascote TEJO, Domingos Martinho, Fernando Ferreira, Joaquim Emídio, Carlos Batista, Frederico Roque, Pedro Patrício, João Diogo Carvalho, Eberth Nogueira, Isabel Oliveira, Luís Filipe Carvalho, Mafalda Lopes e a Mascote RIBA

5 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

João de Castro Baptista, João Leite, Pedro Duarte, António Leitão Amaro e Joaquim Emídio

6 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Fernanda Pereira, João Pereira, Ricardo Pereira, António Marques, Arlindo Dias, Luísa Soares, Clara Negrinho, Fernando Paulo Ferreira e José Trincão Marques

7 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Catarina Vale, Inês Correia e elementos do CRIB com Silvino Lúcio, Diamantino Duarte e Vasco Estrela

8 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Hélder Esménio, Alberto Mesquita, Francisco Oliveira, Manuel Valamatos, Fernando Paulo Ferreira, Pedro Ribeiro, Ricardo Gonçalves, Vasco Cunha, João Heitor, Casimiro Ramos, João Moutão, Vasco Estrela e Pedro Pimenta Braz

9 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Pedro Rosa, Isaura Morais, Susana Feitor, Joana Salgado Emídio, Vasco Estrela e Bernardo Emídio

10 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Manuel Mourato, Nuno Azevedo, João Leite, Joaquim Correia Bernardo, Nuno Mira e Joaquim Catalão

11 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

João de Castro Baptista, João Leite, Albertina Pedroso, Joaquim Emídio, José Pacheco Pereira e Hermínio Martinho

12 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Inês Correia, Teresa Ferreira, Cláudia Maia, Isaura Morais, Manuela Ralha, Sónia Ferreira e Catarina Vale

13 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Luís Filipe Dias, Orlando Ferreira, Ricardo Gonçalves e Manuel Valamatos

14 / 14
Um encontro de felicidade que celebrou personalidades e instituições

Presidente da Câmara Municipal de Santarém, João Leite

Centenas de pessoas encheram o Convento de São Francisco, em Santarém, para reconhecer, valorizar e aplaudir figuras e instituições regionais e nacionais nos prémios Personalidade do Ano de O MIRANTE. Um fim de tarde que constituiu uma celebração da cidadania, do associativismo e da democracia.

Um “encontro de felicidade”: foi desta forma que José Pacheco Pereira, Personalidade do Ano de O MIRANTE, resumiu o sentimento comungado no Convento de São Francisco em Santarém na tarde de quinta-feira, 26 de Fevereiro, onde foram reconhecidas figuras e instituições que fazem a diferença no dia a dia da região e do país.
“Falou-se aqui muitas vezes de felicidade. E ainda bem. A felicidade significa que a obrigação da política, da democracia, é fazer com que uma geração viva melhor que a geração anterior. É garantir que as pessoas têm, independentemente das crenças religiosas, o paraíso na terra e não o paraíso depois de morrer. E esse paraíso na terra é a grande obrigação da política democrática. O bem-estar de quem está vivo, de quem tem um ano ou cem anos. Quando essa obrigação falha, a democracia falha”, defendeu o premiado.
Pacheco Pereira lembrou o papel crucial da imprensa no combate à mentira, que hoje em dia tem “perna longa”, auxiliada por ferramentas de inteligência artificial que, somadas ao desinteresse pela leitura por parte dos mais novos, são preocupantes. “Há um combate muito importante da imprensa nacional e regional para garantir que a mentira deixe de ter pernas longas. Existe hoje um deslumbramento tecnológico que afecta o ensino, a imprensa, a criação das mentalidades e a ignorância, que diminui o saber”, criticou. O comentador e cronista lembrou que o ser humano “é analógico” e precisa de apurar os seus sentidos.
“A ideia de que se pode substituir por um telemóvel a leitura de um texto literário é, pura e simplesmente, impossível. Acelera a exclusão. O papel é a nossa dimensão. Não é possível reconstituir num computador o acto de folhear”, notou Pacheco Pereira. Para o premiado, a redução significativa do vocabulário circulante é preocupante, o que torna ainda mais importante o papel do arquivo Ephemera, de que é fundador e que tem sede na Vila da Marmeleira. “Uma coisa é escrever nas redes sociais, outra coisa é escrever um texto, com princípio, meio e fim. Esta diminuição do vocabulário facilita a manipulação e a ignorância. O nosso combate, por um lado, passa por aceitar as tecnologias mas pôr em causa o deslumbramento tecnológico”, afirmou.

“A imprensa precisa de se reinventar”
Na cerimónia de entrega dos prémios promovidos pelo jornal O MIRANTE, o ex-ministro e actual presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, recebeu o galardão de Personalidade do Ano Nacional com um discurso marcado pela humildade, pela gratidão institucional e por uma defesa firme do jornalismo de proximidade. Sublinhou o simbolismo de receber o prémio das mãos do ministro da Presidência, seu amigo pessoal, a quem reconheceu qualidades humanas e políticas.
Recordando o período em que exerceu funções governativas, Pedro Duarte explicou que o plano de acção que lançou para a comunicação social, que justificou o prémio atribuído por O MIRANTE, foi um trabalho colectivo, construído em Conselho de Ministros, beneficiando dos “conselhos sábios” e da “perspicácia política” do actual ministro. “Desenhar um plano não é o mais difícil, o difícil é executar, é concretizar”, defendeu. E acrescentou que o país ficou bem servido com quem assumiu a responsabilidade de o executar, alguém com “bem mais competência” para levar por diante um plano tão importante.
Pedro Duarte fez também questão de dirigir uma palavra aos restantes premiados e deixou uma referência particular a José Pacheco Pereira, com quem hoje partilha espaço de comentário político. “Quando concordo e quando discordo com o Pacheco Pereira aprendo sempre muito”, confessou.
O núcleo central do seu discurso foi, contudo, a valorização do trabalho de O MIRANTE e da sua missão. Pedro Duarte classificou o jornal como um título histórico, prestigiado e fiel a um conceito cada vez mais raro: o jornalismo de proximidade. “Traz as notícias da nossa rua, da nossa cidade, da nossa região, da nossa aldeia”, as que reforçam o sentido de pertença e de comunidade. Para o premiado, o contributo do jornal é claro: fortalece a vida democrática, estimula o desenvolvimento social e económico, promove a coesão territorial e afirma a identidade ribatejana. É também essencial para o escrutínio das instituições municipais e regionais, para o debate público e para o enriquecimento cultural e cívico da população.
Num tom realista, Pedro Duarte reconheceu as dificuldades profundas que a imprensa enfrenta em Portugal e no mundo. Falou da transição digital e da busca por modelos de negócio sustentáveis, alertando que “as plataformas digitais estão a vampirizar os conteúdos dos media tradicionais”, concentrando leitores e investimento publicitário. Lamentou ainda os baixos índices de leitura no país, especialmente entre os jovens. “A imprensa precisa de se reinventar, sem perder as suas principais qualidades, a independência, a credibilidade, a pluralidade e a ética profissional”, avisou.
Num cenário de ameaças crescentes à democracia, de desinformação dirigida, manipulação e polarização populista - “aquela que promove o ódio e a permanente divisão entre nós e eles” - deixou uma esperança: “Hoje, mais do que nunca, a imprensa livre, séria, rigorosa, com critérios éticos e deontológicos presta-nos um serviço público inestimável e imprescindível”, afirmou.
O premiado disse encarar o prémio como um incentivo adicional para continuar a defender uma comunicação social livre, exigente e próxima das pessoas. “Que Portugal saiba valorizar e proteger os jornais que conhecem as suas comunidades pelo nome, porque deles depende a nossa democracia”, apelou.

A democracia empobrece quando se exclui metade da sociedade
O militar reformado e cidadão de Santarém, Joaquim Correia Bernardo, foi distinguido com o prémio Personalidade do Ano Vida. No seu discurso manifestou surpresa e humildade perante a distinção. Reflectiu sobre o seu percurso de vida, evocando a influência dos pais, professores, mestres, amigos, companheiros e camaradas de armas, que moldaram a sua personalidade e valores. “Vivi e vivo intensamente a minha cidade, cujo ar respiro desde que nasci. Aqui fui crescendo, fui estudante, militar, mas acima de tudo fui cidadão. Aqui sonhei, constituí família, nasceram os meus filhos, aprofundei as raízes históricas das gerações que me antecederam e passei a orgulhar-me daqueles que souberam lutar, construir e desenvolver o chão que agora piso”, afirmou.
Segundo disse o antigo oficial de Cavalaria e camarada de armas de Salgueiro Maia, a revolução “correu mesmo muito bem”, numa aventura que podia ter tido um desfecho dramático, considerou. “Se fui privilegiado pelo muito que recebi, serei julgado pelo que dei”, notou.
Já a vereadora da Câmara de Vila Franca de Xira, Manuela Ralha, foi premiada com o Prémio Personalidade Política Feminina e destacou a importância do jornalismo livre e rigoroso. “Num tempo em que tantas vezes se fragiliza a confiança nas instituições, importa valorizar um jornalismo livre e rigoroso, porque não há democracia local sem imprensa independente”, alertou. A autarca sublinhou que a distinção não é apenas pessoal, mas resultado de um caminho colectivo.
Manuela Ralha reconheceu o papel de várias figuras na sua trajectória política, incluindo o ex-presidente Alberto Mesquita e o actual, Fernando Paulo Ferreira. “Estou vereadora municipal e tenho tetraplegia incompleta. Todos os dias cruzo a minha vida pessoal com a função pública que desempenho. É nesse cruzamento que encontro o verdadeiro sentido do serviço público. Servir, escutar, mudar. Não cheguei aqui apesar da minha deficiência. Cheguei com a minha deficiência”, disse.
A autarca destacou que a sua experiência pessoal se tornou-se um instrumento político. “A experiência ensinou-me que a invisibilidade começa muitas vezes nos corredores do poder, quando quem decide não escuta quem vive as consequências das decisões. A minha presença nos locais de decisões não é simbólica, é consequência do compromisso de uma representação mais justa. Só quem sente as barreiras pode ajudar a derrubá-las com verdade”, lembrou.
Dizendo acreditar numa cidadania activa e plural, lembrou a importância das mulheres nos lugares de decisão. “A democracia empobrece quando exclui metade da sociedade. Precisamos de mais mulheres na vida pública e nas organizações, porque diferentes experiências geram decisões mais justas e mais competentes”, afirmou.

“Se os nossos vizinhos forem felizes nós também seremos”
João Heitor, presidente da Câmara do Cartaxo, venceu o prémio Personalidade do Ano Política, destacando a coragem, resiliência e isenção do trabalho de O MIRANTE na região. Agradeceu à família e à sua equipa de vereadores e gabinete de apoio. “Estou confiante e acredito que juntos vamos transformar a nossa região, ficando felizes pelas vitórias uns dos outros. Temos muito potencial e coisas boas que temos de valorizar. O que acontece de bom no concelho ao lado influencia positivamente o nosso. Se os nossos vizinhos forem felizes nós também seremos mais felizes”, defendeu.
O autarca do Cartaxo, que disse estar na vida pública de forma discreta mas sempre com vontade de ajudar o próximo, espera deixar o concelho melhor do que o encontrou. “São mais os que são gratos no silêncio e valem o nosso esforço do que aqueles que nada fazem e apenas criticam. Nunca nos deixaremos abater pelos que pouco fazem e muito falam e mal”, afirmou.
Outro autarca, Manuel Valamatos, subiu ao palco para receber o prémio Prestígio, atribuído por O MIRANTE ao Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. “Ver o museu receber este prémio é uma honra e o reconhecimento de um projecto e estratégia cultural assumida com visão e responsabilidade para com o nosso território. Somos um museu único e diferenciador que nos obriga a fazer uma viagem pela arte, desde a pré-história aos dias de hoje. Os nossos museus afirmam Abrantes como referência cultural. Isto só é possível com a grande equipa de profissionais que o município tem”, agradeceu.

“O desporto torna-nos mais humanos”
Já Susana Feitor, antiga atleta olímpica do concelho de Rio Maior, recebeu o prémio Excelência, mostrando gratidão pela distinção. “Nunca nego as minhas raízes. E os meus pais, que me acompanham aqui hoje, são os responsáveis pelas coisas que fomos fazendo. Se cresci e fiz conquistas nacionais e internacionais, isso muito se deve à autarquia e ao Silvino Sequeira, que foi um visionário, quando pensou trazer o ensino superior do desporto para a nossa cidade e apostou num complexo desportivo que todos conhecem”, lembrou.
Susana Feitor, atleta olímpica hoje em missão na Fundação do Desporto, quis passar a mensagem de que a sociedade não se pode cansar. “A actividade física é uma evangelização. O desporto torna-nos mais humanos e isso está escasso nos tempos que correm. Tentamos fazer melhor hoje que ontem para que o futuro seja mais forte”, concluiu.

Associações que fazem a diferença na comunidade
O Centro de Recuperação Infantil de Benavente (CRIB) recebeu o prémio Cidadania e Bruno Belchior, utente da instituição, agradeceu a toda a plateia pelo prémio. Catarina Vale, presidente do CRIB, homenageou no discurso a fundadora da instituição, Maria Rosa França de Moura Silva. “Quis o destino que, quase 50 anos depois, o seu filho e tantos outros utentes continuem a beneficiar deste legado. Hoje, O MIRANTE permite algo maior que uma homenagem. Permite-nos recordar e reconhecer a entrega, a visão, o espírito de missão e o espírito da nossa fundadora, que não se perdeu. Tem sido perpetuado com dedicação pelos homens e mulheres que ao longo destas décadas lhes deram continuidade”, disse.
Numa época em que tantas vezes se questiona o valor da cidadania e entrega ao outro, percorrer os corredores da instituição e olhar para aqueles cidadãos especiais enche de felicidade os seus dirigentes. “Eles são felizes e nós somos profundamente felizes. A grandeza de cada um deles faz-nos crescer e viver focados no essencial, porque o acessório é apenas isso, acessório”, defendeu.
A União de Santarém, personalidade do ano no Desporto, obteve fortes aplausos da plateia e o presidente, Pedro Patrício, prometeu que em breve se cumpriria o sonho de um dia o clube chegar à Primeira Liga. E aproveitou a presença do Governo na cerimónia para deixar o repto para que os clubes formadores de jovens devam ser considerados património nacional.
“A importância que os clubes, sejam eles futebol, ginástica, qualquer modalidade, têm para o país é absolutamente incrível. Somos o maior promotor de vida saudável do país, o exercício físico, que é o medicamento do século XXI. E a importância que tem nas crianças e no combate à obesidade infantil, à diabetes tipo 2, às doenças cardiovasculares e a outras doenças associadas ao sedentarismo, devia ser considerado”, apelou, elogiando também o apoio dado pelo município ao clube.
A Associação de Ginástica de Santarém também recebeu o prémio em Desporto e Ana Varejão, da associação, agradeceu aos colegas, dirigentes e ginastas pela distinção. Em particular às famílias, sem as quais não haveria ginástica.

“Ter um jornal que olha para nós é de louvar”
Já a Casa do Povo de Arcena recebeu o prémio Associativismo e Clara Negrinho destacou a trajectória de todos os que passaram pela instituição. “Recordo a grandeza da alma de todos os que por lá passaram. Tem sido uma caminhada feita de entrega, bons momentos e altruísmo que nos inspira e orgulha. Os últimos anos meteram à prova a nossa força, resiliência e nunca faltou vontade e união. As conquistas só são possíveis graças ao empenho dos dirigentes. Aqui permanece bem vivo o espírito do associativismo voluntário, que nasce da vontade de fazer a diferença”, afirmou.
No prémio Cultura, José Guido, presidente da Associação Cultural e Recreativa da Linhaceira, em Tomar, falou da emoção e honra que sentiu com o prémio, destacando o papel do jornalismo local. “É com enorme honra e emoção que recebemos este prémio. Louvamos o trabalho incansável do jornalismo de proximidade. Ter um jornal que olha para nós é de louvar. A cultura não se faz de forma isolada”, afirmou. Para o dirigente, o prémio pertence a todos os elementos da actual direção e das anteriores, bem como das diferentes secções: rancho, grupo de teatro e secção de Carnaval.
Por fim, Sara Caetano, do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça, também premiado na Cultura, falou do reconhecimento do trabalho contínuo em prol da cultura popular. “É um momento especial e simbólico para todos nós. Preservamos os valores que representam a alma do nosso povo. A cultura popular é a memória viva de uma comunidade, a ponte entre o passado, o presente e o futuro, o que nos define como povo e que transmite às nossas gerações o orgulho nas suas raízes. E uma responsabilidade acrescida de promover e dignificar a nossa cultura e tradições”, concluiu.

Homenagear quem faz a diferença

Na qualidade de anfitrião, o presidente da Câmara Municipal de Santarém, João Leite, elogiou os premiados e o meio milhar de pessoas que esteve presente no Convento de São Francisco. No seu discurso, o autarca reconheceu o esforço dos funcionários municipais de toda a região que acudiram às consequências das tempestades e saudou os premiados da gala.
“O MIRANTE já nos habituou a celebrar as pessoas, as instituições, as associações e com isso estamos a construir futuro. É muito importante deixar este legado aos filhos desta terra, destes territórios, e O MIRANTE com a sua liberdade, a sua força, a voz que tem hoje na região e no país, dá um bom contributo para vivermos todos os dias de uma forma mais justa e mais livre, condição essencial para o momento em que vivemos”, concluiu.

Relacionados

Mais Notícias

    A carregar...
    Logo: Mirante TV
    mais vídeos
    mais fotogalerias

    Edição Semanal