Especiais | 02-07-2026 14:00

Taberna do Quinzena: um nome de referência na capital da Gastronomia

Taberna do Quinzena: um nome de referência na capital da Gastronomia
TURISMO NO RIBATEJO
Fernando Batista, proprietário da Taberna do Quinzena

Fernando Batista gere uma marca que nasceu com o seu bisavô paterno, passou pelas mãos do avô e do pai e ganhou dimensão, notoriedade e prestígio sob a sua liderança.

Magusto com bacalhau assado, torricado de bacalhau, entrecosto com arroz de feijoca, naco de novilho bravo avinhado e pato assado no forno à nossa moda são algumas das iguarias gastronómicas da Taberna do Quinzena em Santarém. Pratos elaborados de acordo com as receitas antigas, que a casa faz questão de preservar e divulgar. O restaurante, cujo nome figura entre os mais conhecidos da cidade, tem todos os dias três pratos do dia, sendo que um deles é sempre fixo.
Os vinhos ribatejanos estão maioritariamente na lista e percebe-se porquê. “Os nossos pratos tradicionais são pratos um pouco mais fortes. Temos vinhos brancos de grande qualidade, mas os nossos vinhos tintos, que são um pouco mais graduados, são os recomendados. Quase todos os vinhos tintos do Ribatejo dão para o nosso tipo de comida”, explica o gerente, Fernando Batista.
Quando Fernando Batista nasceu, em 1966, a Taberna do Quinzena já estava nas mãos do seu pai, Fernando, que servia copos de vinho e petiscos que comprava aos produtores.
Foi no ambiente de Taberna que Fernando Batista cresceu até aos 18 anos, altura em que foi para Lisboa trabalhar na área da restauração colectiva durante alguns anos, tendo posteriormente fundado uma empresa de distribuição de frutas, que vendeu para ficar à frente da Taberna do Quinzena, na sequência do falecimento do pai, em 1995, dando continuidade ao legado familiar e introduzindo-lhe algumas alterações, entre as quais o serviço de almoços.
“Em 1998 estivemos presentes, pela primeira vez, no Festival de Gastronomia.
Actualmente temos cinco espaços Taberna do Quinzena, em Santarém. Dois deles em espaço próprio. Temos também toda a área de restauração do hotel Verdi Santarém, self-services, cafetarias, e um restaurante no Cartaxo. No meio disto tudo, ainda fazemos eventos no país inteiro, nos quais deixamos a marca da nossa gastronomia ribatejana e de Santarém, esta responsabilidade é grande, porque estamos na capital da Gastronomia.
O nosso lema é prestar o melhor serviço em prol do cliente e levar o que o Ribatejo e Santarém têm de melhor para dar”.
O empresário está atento à oferta ao nível da restauração e diz-se satisfeito com o que se passa na cidade. “Hoje temos, felizmente, um leque de variedade, em termos de restaurantes em Santarém. Fico satisfeito que todos os meus colegas, sem excepção, trabalhem muito bem. Se todos trabalhamos, é porque é bom. Isso quer dizer que o turismo em Santarém está a aumentar e que todos fazemos algo de bom para que isso aconteça”, sublinha.
Que a Taberna do Quinzena seja lembrada pela qualidade e pela tradição é um dos objectivos. Mais do que diplomas e prémios na área da restauração e gastronomia, diz que os momentos mais marcantes são aqueles em que o cliente lhe confessa que ficou muito satisfeito e vai voltar. Viva Santarém, viva o Ribatejo e viva a capital da Gastronomia.

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