Especiais | 08-08-2026 18:00

Na deCatering cada serviço é encarado como se fosse o primeiro

Na deCatering cada serviço é encarado como se fosse o primeiro
ESPECIAL FESTAS DE CORUCE
Equipa da deCatering valoriza os clientes e encara cada pedido como se fosse o primeiro - foto DR

Domingos Matilde, proprietário e gerente da empresa, procura preservar os sabores, os hábitos e os costumes da região, especialmente de Coruche.

Como se tornam realidade os sonhos dos clientes?
Na deCatering encaramos cada serviço como se fosse o primeiro e é a nossa política tentar sempre melhorar serviço após serviço.
Como se gerem equipas?
A disciplina é fundamental para que uma equipa funcione, e por vezes há pessoas mais focadas nelas próprias do que no trabalho de equipa, mas com um líder presente, a dar apoio, a ouvir e a proteger quem trabalha, conseguem-se resultados. Exigir e cuidar podem caminhar lado a lado.
Como se resolve a falta de mão-de-obra? O que falta para tornar esta actividade mais atractiva para os jovens?
Nesta profissão ou se gosta ou não gosta. É uma profissão de arte, que exige gosto pela comunicação entre pessoas e respeito pelo outro. Trabalhamos com pessoas, horários exigentes e muita responsabilidade. Talvez seja necessário valorizar mais estas profissões e mostrar aos jovens que também aqui é possível construir uma carreira sólida.
Compensa a aposta na gastronomia ribatejana?
A gastronomia ribatejana, ainda tem muito para valorizar, tal a sua variedade. Procuramos preservar os sabores, os hábitos e os costumes da nossa região, especialmente de Coruche. É esse património gastronómico que queremos continuar a promover e levar cada vez mais longe.
O contacto directo com os clientes faz parte da filosofia da deCatering. Há alguma história ou agradecimento de um cliente que nunca esqueceu?
Já tivemos alguns momentos que recordamos com emoção, mas há uma história em particular que guardo com carinho. Depois de um evento (Festas de Coruche), um cliente escreveu um agradecimento e um elogio ao nosso trabalho num pedaço de toalha de papel da sua mesa. Guardamos esse pequeno gesto até hoje.
Se pudesse voltar atrás e falar com o Domingos Matilde que começou a trabalhar aos 18 anos, que conselho lhe daria?
Em alguns momentos talvez lhe dissesse: “Não te metas nisso, só vais arranjar dores de cabeça.” Mas, pensando bem, também lhe dizia para seguir exactamente o mesmo rumo, sem desmotivar e não olhar para trás porque para a frente é que é o caminho.
O concelho de Coruche tem potencial para crescer no turismo e nos eventos. Que papel pode uma empresa local como a deCatering desempenhar nesse desenvolvimento?
Eu e a deCatering sempre fizemos e faremos tudo por Coruche e estamos preparados para continuar a apoiar a nossa terra, através da promoção da gastronomia local, colaboração com associações, eventos e instituições e da contribuição para que quem visita Coruche leve consigo uma boa imagem da nossa região.
Daqui a cinco ou dez anos, como gostaria que a deCatering fosse reconhecida?
Em tudo na minha vida tenho criado o meu espaço, sem baixar os braços. Quero que a deCatering continue a ser reconhecida pela qualidade, pelo profissionalismo e pela confiança que transmite e que, quando alguém pensar em organizar um evento, a deCatering seja uma das primeiras escolhas. A procura tem vindo a aumentar e assim vai continuar. Neste ponto não sou humilde, ou é ou é.

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