Especiais | 16-10-2026

Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

José Eduardo Carvalho - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

Alexandre Lage - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

João Moutão - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

David Magro - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

Salomé Rafael - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

Ramiro Matos - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

Célio Marques - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

Frederico Roque - foto O MIRANTE

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Patrocinadores destacam mérito empresarial e contributo das empresas para o desenvolvimento da região

Paula Borrego - foto O MIRANTE

O reconhecimento do mérito empresarial, a criação de emprego e riqueza e a importância de valorizar quem investe, inova e persiste foram as principais mensagens dos patrocinadores da 26.ª edição dos galardões Empresa do Ano, promovidos pelo O MIRANTE.

O reconhecimento do mérito, a criação de emprego, a inovação e a importância de aproximar empresas e instituições estiveram em destaque nos discursos dos patrocinadores da 26.ª edição dos galardões Empresa do Ano, promovidos pelo jornal O MIRANTE. A cerimónia decorreu na tarde de quinta-feira, 8 de Outubro, no Convento de São Francisco, em Santarém.
Os representantes das entidades patrocinadoras aproveitaram a ocasião para sublinhar a importância de reconhecer o trabalho dos empresários, a capacidade de superar dificuldades e o contributo das empresas para o desenvolvimento económico e social do território. Ao longo das intervenções, foi também destacada a continuidade de uma iniciativa que, há 26 anos, distingue empresas e empresários da região.
David Magro, da Garantia Mútua, começou por salientar a importância de facilitar o acesso ao financiamento bancário para permitir que projectos empresariais sólidos avancem e cresçam. O responsável destacou a presença da instituição em Santarém como uma escolha de proximidade aos empresários do Ribatejo, permitindo conhecer os seus desafios, ambições e realidade. Defendeu que o galardão reconhece mais do que números ou resultados financeiros, valorizando a liderança, a capacidade de adaptação à incerteza, a criação de valor para a comunidade e o exemplo que as empresas representam para a região.
Também Alexandre Lage, em representação do Novo Banco, destacou o papel das pequenas e médias empresas na economia portuguesa, lembrando que por detrás de cada organização estão pessoas que assumem riscos, equipas que enfrentam desafios e empresários que conquistam a confiança de clientes e parceiros através do trabalho e da persistência.
Já a importância de manter os empresários ligados entre si foi uma das ideias destacadas por Salomé Rafael, da Escola Profissional do Vale do Tejo. A responsável salientou a importância dos momentos de convívio proporcionados pela cerimónia, que permitem aos empresários trocar ideias e reencontrar-se, numa altura em que, diz, as oportunidades disso acontecer são cada vez menores. Outro dos patrocinadores da noite, a Águas de Santarém, pela voz do seu administrador, Ramiro Matos, destacou o papel do jornal na distinção de quem cria riqueza e emprego. O responsável recordou as dificuldades enfrentadas diariamente pelos empresários para manter os postos de trabalho, pagar impostos e responder aos diversos problemas que afectam a actividade económica. Apesar de ser uma empresa de capitais públicos, a Águas de Santarém associa-se à iniciativa por também integrar o tecido empresarial do território e enfrentar desafios comuns a outras organizações.
A necessidade de recursos humanos e a importância da formação para o futuro das empresas estiveram no centro da intervenção de Frederico Roque, da Roques Vale do Tejo. O responsável apontou a falta de recursos humanos como uma das principais dificuldades sentidas actualmente pelos empresários, em todas as áreas. Nesse contexto, destacou o crescimento do ISLA Santarém, nomeadamente o aumento do número de alunos e turmas, considerando que essa evolução dá maior segurança aos empresários quanto ao futuro das suas empresas.
A ligação entre o ensino superior e o tecido empresarial foi salientada por Célio Marques, vice-reitor da Universidade Politécnica de Tomar. Dirigindo-se aos jovens empresários distinguidos, deixou os parabéns pelo empenho, dedicação e resultados alcançados. Garantiu que a Universidade Politécnica de Tomar pretende continuar a apoiar as empresas através da qualificação de profissionais, da investigação e de uma ligação cada vez mais próxima ao tecido empresarial. Na sua perspectiva o sucesso das empresas representa também o sucesso da região.
Por sua vez João Moutão, reitor da Universidade Politécnica de Santarém, defendeu que o reconhecimento do mérito continua a ser um desafio em Portugal. O responsável considerou que, por vezes, o sucesso é encarado de forma pouco positiva, sublinhando que O MIRANTE tem feito o contrário ao distinguir empresários e empresas há 26 anos. Para João Moutão, reconhecer o mérito significa valorizar quem arrisca, inova e persiste. Acrescentou que uma região que pretende atrair os melhores e fixar talento precisa de saber reconhecer e valorizar quem contribui para o seu desenvolvimento.
Por fim, José Eduardo Carvalho, dirigente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), recordou a importância dos galardões Empresa do Ano de O MIRANTE, lembrando o seu começo no ano 2000 com o objectivo de aumentar a dignidade e a notoriedade social da função empresarial. O responsável lembrou que, naquele período, a função empresarial não tinha o reconhecimento social que merecia, defendendo que a atribuição dos galardões contribuiu para valorizar o papel dos empresários. Para José Eduardo Carvalho, a importância do prémio não está no valor simbólico da recompensa, mas no reconhecimento público do trabalho desenvolvido pelas empresas e pelos empresários.

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